<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>40 horas &#8211; People TI</title>
	<atom:link href="https://peopleti.com.br/tag/40-horas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://peopleti.com.br</link>
	<description>Soluções em Gestão de Pessoas e Carreiras</description>
	<lastBuildDate>Mon, 25 Jul 2016 17:55:39 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://peopleti.com.br/wp-content/uploads/2023/02/cropped-favicon-32x32.png</url>
	<title>40 horas &#8211; People TI</title>
	<link>https://peopleti.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Por que ainda trabalhamos oito horas por dia? Especialistas respondem</title>
		<link>https://peopleti.com.br/2016/07/por-que-ainda-trabalhamos-oito-horas-por-dia-especialistas-respondem/</link>
					<comments>https://peopleti.com.br/2016/07/por-que-ainda-trabalhamos-oito-horas-por-dia-especialistas-respondem/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2016 17:55:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[40 horas]]></category>
		<category><![CDATA[jornada de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[menor jornada de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[prod]]></category>
		<category><![CDATA[resultados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://peopleti.com.br/?p=5934</guid>

					<description><![CDATA[Com o avanço da tecnologia, pensava-se que as máquinas nos fariam trabalhar menos. Décadas depois, apesar de pequenos avanços, pouca coisa mudou: a maioria segue uma rotina de oito horas ou mais de trabalho por dia. No período em que foi estabelecido, no início do século 20, a proposta era equilibrar as 24 horas do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class=" author ">
<p class="p-author">Com o avanço da tecnologia, pensava-se que as máquinas nos fariam trabalhar menos. Décadas depois, apesar de pequenos avanços, pouca coisa mudou: a maioria segue uma rotina de oito horas ou mais de trabalho por dia.</p>
</div>
<div class="text">
<p>No período em que foi estabelecido, no início do século 20, a proposta era equilibrar as 24 horas do dia em oito de atividade laboral, oito de lazer e oito de descanso, além de reduzir as extenuantes jornadas industriais, que passavam das 12 horas. Atualmente, considerando o tempo gasto com deslocamento, essa conta fica difícil de fechar.</p>
<p>Diminuir a jornada de trabalho poderia ser um caminho para que a sociedade tivesse mais tempo livre. Contudo, no Brasil, não há mudança neste sentido desde 1988, quando a jornada máxima de 44 horas semanais foi estipulada pela Constituição.</p>
<p>“Nesse período, houve um aumento da produtividade que justifica a redução de jornada, pelo menos para as 40 horas semanais, conforme o patamar internacional”, diz o economista Cássio Calvete, professor da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Do ponto de vista técnico e econômico, imaginar uma jornada menor ainda, de 30 horas semanais, por exemplo, não seria uma realidade distante se o mundo se organizasse dessa forma. “Esse modelo faz parte de uma construção social, um país não vai reduzir se os outros não funcionam assim”, explica.</p>
<p>Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 2015 teve a menor jornada média de trabalho já registrada no Brasil, com 39,9 horas semanais. Para Giuseppina De Grazia, doutora em sociologia pela USP (Universidade de São Paulo) e professora aposentada da UFF (Universidade Federal Fluminense), considerando o conjunto da população de empregados, desempregados e trabalhadores parciais, esse índice não reflete uma redução real. “Enquanto uns trabalham de 50 a 60 horas, fazendo extra para não perder o emprego ou aumentar o salário, outros são obrigados a sobreviver de bicos temporários e precarizados”, diz.</p>
<h3>Menos trabalho, mais produtividade</h3>
<p>Um norte-americano produz o mesmo que quatro brasileiros, de acordo com levantamento da organização Conference Board, que reúne 1.200 empresas públicas e privadas de 60 países. A baixa produtividade do brasileiro costuma ser um dos principais argumentos contra a diminuição da carga horária. Entretanto, para Calvete, essa relação não tem fundamento. “A redução aumenta a produtividade em até 3% por hora, o trabalhador usa o tempo mais intensamente e deixa de trabalhar aquela hora em que está mais cansado”, explica.</p>
<p>Giuseppina concorda que o rendimento é sempre menor em longas jornadas. “Duas pessoas em quatro horas produzem 20% a mais do que uma só em oito horas”, afirma, com base nas pesquisas que acompanha.</p>
<p>Já para Otto Nogami, professor do MBA Executivo do Insper (Instituto de Ensino e Pequisa), em São Paulo, sem avanços maiores na produtividade fica difícil pensar em redução de jornada. “Como é pouco produtivo, o empregado acaba estendendo as horas de trabalho”, diz.</p>
<p>Nogami acredita que um processo de transformação só seria possível se outros fatores que impactam a produtividade e a qualidade de vida do trabalhador, como a mobilidade urbana e a educação, fossem melhorados. Além disso, o professor ressalta que o desejo de consumo crescente também impulsiona as longas jornadas. “Ao invés de usar o tempo para o lazer, muitos trabalham mais para ter renda para consumir”.</p>
<h3>Jornada menor aos 40</h3>
<p>Trabalhar entre 25 e 30 horas por semana é melhor para o cérebro de quem tem 40 anos de idade ou mais, segundo a conclusão de um estudo realizado com dados de 6,5 mil australianos. “O pico da habilidade cognitiva ocorre entre 25 e 30 horas e cai se as horas são reduzidas ou aumentadas”, explica Colin McKenzie, um dos autores da pesquisa e professor da Universidade de Keio, no Japão.</p>
<p>Acima dessa carga horária, a capacidade cognitiva fica reduzida e aumentam os níveis de estresse e fadiga. McKenzie esclarece que trabalhar 40 horas é melhor do que não ter atividade, porém existe perda na habilidade cognitiva. “Trabalhar menos do que 40 horas e mais do que 10 leva a melhores resultados”, acrescenta.</p>
<p>O estudo não considerou outras faixas etárias, contudo o professor estima que a descoberta possa ser estendida. “É possível que a relação que encontramos também seja válida para pessoas com menos de 40”, diz.</p>
<p>Com base na ciência ou na produtividade, uma redução de jornada depende também de um cenário favorável. “Quando a economia vai mal é difícil avançar com essa discussão, não é o momento ideal”, fala Calvete.</p>
<div class=" author ">
<p class="p-author">Fonte: uol.com.br  VIDA NO TRABALHO em 25.07.2016 07h20</p>
<p class="p-author">Yannik D´Elboux   &#8211; colaboração para o UOL, do Rio de Janeiro</p>
</div>
<div class="text"></div>
<div class="text"></div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://peopleti.com.br/2016/07/por-que-ainda-trabalhamos-oito-horas-por-dia-especialistas-respondem/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
