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	<title>crise &#8211; People TI</title>
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	<description>Soluções em Gestão de Pessoas e Carreiras</description>
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	<title>crise &#8211; People TI</title>
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		<title>5 motivos porque bons profissionais pedem demissão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2023 10:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um dos grandes temores das organizações é a alta rotatividade. E esse medo não é somente pelos altos custos envolvidos no processo, mas também pela possibilidade de perda de bons profissionais. Inclusive, você sabia que, em fevereiro de 2022, o Brasil registrou um número recorde de pedidos de demissão? A pesquisa realizada pela LCA Consultores [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um dos grandes temores das organizações é a alta rotatividade. E esse medo não é somente pelos altos custos envolvidos no processo, mas também pela possibilidade de perda de bons profissionais.</p>



<p>Inclusive, você sabia que, em fevereiro de 2022, o Brasil registrou um número recorde de pedidos de demissão? A <a href="https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2022/03/30/brasil-registrou-recorde-de-29488-pedidos-de-demissao-por-dia-em-fevereiro-aponta-levantamento.ghtml">pesquisa realizada pela LCA Consultores</a> apontou que foram mais de 500 mil demissões somente no segundo mês do ano passado.</p>



<p>Nesse sentido, é fundamental entender por que bons funcionários pedem demissão para que seja possível mapear os principais motivos de demissões para que ações de retenção sejam desenvolvidas.</p>



<p>Continue lendo e descubra os 5 motivos pelos quais bons profissionais podem estar se demitindo na sua empresa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">1 &#8211; Baixa Remuneração</h2>



<p>O custo de vida aumentou drasticamente nos últimos anos. <strong>No Brasil, o custo de vida subiu 72% desde janeiro de 2019 até abril de 2022.</strong></p>



<p>Com isso, cada vez mais profissionais estão em busca de empresas que ofereçam remunerações de acordo com as suas necessidades financeiras e até mesmo se aventurando no empreendedorismo para garantir mais qualidade de vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading">2 &#8211; Má Liderança</h2>



<p>A frase “colaboradores não deixam as empresas, e sim seus líderes” nunca foi tão verdade.</p>



<p>De acordo com a pesquisa global <a href="https://www2.deloitte.com/br/pt/pages/human-capital/articles/millennials-survey.html">Millennials &amp; Gen Z 2022</a>, feita pela Deloitte, as gerações Millennials (nascidos entre 1980 e início de 1990) e Geração Z (nascidos de 1995 a 2010) dificilmente ficam em uma empresa que não as valoriza.</p>



<p>Além disso, uma má liderança pode causar:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>falta de motivação;</li><li>falta de perspectiva de carreira,</li><li>sobrecarga de trabalho;</li><li>ansiedade e estresse.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">3 &#8211; Falta de flexibilidade</h2>



<p>Desde a pandemia, flexibilizar a jornada de trabalho tem sido uma estratégia muito adotada pelas organizações. No entanto, há empresas que ainda mantêm uma postura extremamente rígida, com políticas que limitam a atuação e o crescimento dos seus funcionários, incentivando ainda mais o pedido de demissão.</p>



<p>Lembrando que se tornar uma empresa flexível não significa abrir mão das regras, mas sim, saber se adaptar às circunstâncias.</p>



<h2 class="wp-block-heading">4 &#8211; Saúde mental</h2>



<p>Para o profissional da atualidade apresentar bons resultados, independente do cargo ocupado, boa saúde mental e qualidade de vida são essenciais. E estar inserido em um ambiente de trabalho estressante, cheio de conflitos e onde não existe nenhuma oportunidade de crescimento afeta diretamente o psicológico dos seus colaboradores.&nbsp;</p>



<p>Com isso, a primeira opção é procurar por um ambiente mais confortável e que apresente real preocupação com a estabilidade emocional da sua equipe.</p>



<h2 class="wp-block-heading">5 &#8211; Excesso de trabalho</h2>



<p>Como uma forma de aumentar sua margem de lucro, muitas empresas assumem uma quantidade maior de serviços, mas se recusam a expandir o seu número de profissionais. Consequentemente, delegam um excesso de tarefas que nem sempre serão entregues dentro do prazo e na qualidade esperada.</p>



<p>Sem contar que, quando há um aumento de trabalho, é natural que o colaborador também espere um bônus, aumento de salário ou promoção de cargo. E quando essa expectativa não é correspondida, o estresse do excesso de trabalho e a falta de reconhecimento podem culminar no pedido de desligamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conte com a experiência da People TI</h2>



<p>Após ler os motivos pelos quais bons funcionários pedem demissão, temos certeza que uma coisa ficou muito clara: o mercado de trabalho está mudando e se você deseja contratar e reter os melhores talentos, é preciso oferecer um ambiente de trabalho atrativo e encantador e que ofereça oportunidade de desenvolvimento.</p>



<p>Quer melhorar o seu processo de recrutamento e seleção? <a href="https://peopleti.com.br/contato/"><strong>Entre em contato conosco agora mesmo</strong></a> e saiba como podemos te ajudar.</p>
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		<title>Antifrágil: o profissional do futuro</title>
		<link>https://peopleti.com.br/2022/03/antifragil-o-profissional-do-futuro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Mar 2022 20:34:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma das soft skills mais apreciadas em tempos de crise é a famosa “resiliência”. No mundo da física, resiliência é a capacidade de voltar ao seu estado normal depois de sofrer pressões que poderiam ser deformadoras. Consequentemente, a pessoa resiliente é aquela que, mesmo sendo pressionada, consegue retornar à sua forma original. No entanto, com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma das <em>soft skills</em> mais apreciadas em tempos de crise é a famosa “resiliência”.</p>



<p>No mundo da física, resiliência é a capacidade de voltar ao seu estado normal depois de sofrer pressões que poderiam ser deformadoras. Consequentemente, a pessoa resiliente é aquela que, mesmo sendo pressionada, consegue retornar à sua forma original.</p>



<p>No entanto, com as transformações acontecendo em ritmo acelerado, será que ser somente resiliente é suficiente para o futuro do trabalho? Afinal, voltar ao normal pode significar regredir.</p>



<p>Por isso, para manter-se relevante no novo cenário profissional é preciso tornar-se um profissional antifrágil. Se você não sabe o que isso significa, continue lendo esse artigo. Boa leitura!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que significa ser antifrágil?</strong></h2>



<p>O conceito de antifrágil foi criado pelo economista e filósofo, Nassim Taleb. No livro &#8220;Antifrágil: coisas que se beneficiam com o caos&#8221;, Taleb diz que &#8220;ser antifrágil é crescer e melhorar mesmo em situações improváveis e imprevisíveis&#8221;. Ou seja: ser antifrágil é ser mais do que resiliente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que ser antifrágil vira o jogo a seu favor?</strong></h2>



<p>Acredite: a resposta para se destacar não está em evitar situações de pressão ou mudanças que as impeçam de percorrer um caminho seguro e confiável. A antifragilidade transforma essas mesmas situações inesperadas em grandes possibilidades de crescimento e desenvolvimento.</p>



<p>O profissional antifrágil é aquele que possui e/ou busca conhecimentos e habilidades que vão além da sua área de atuação. Assim, ele encontra-se preparado para enfrentar crises, sempre buscando novas possibilidades e aperfeiçoamento.</p>



<p>Em um processo de recrutamento e seleção de pessoas por competências, certamente haverá a análise de comportamentos e entregas que demonstram esse tipo de atitude esperada. Afinal, o profissional antifrágil será necessário para acompanhar o crescimento da empresa ao passo que evolui na mesma proporção.</p>



<p>Além disso, um<a href="https://www.cognizant.com/us/en/whitepapers/documents/21-jobs-of-the-future-a-guide-to-getting-and-staying-employed-over-the-next-10-years-codex3049.pdf"> estudo realizado em 2018</a> pela empresa especialista em consultoria<a href="https://www.cognizant.com/us/en"> Cognizant</a>, destacou uma série de novas profissões que devem surgir nos próximos anos. A característica principal de grande parte é a multidisciplinaridade, uma fusão de competências e habilidades de diversas áreas do conhecimento.</p>



<p>De fato, a antifragilidade é uma característica obrigatória para todos os profissionais e empresas do século XXI.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Existe relação entre antifragilidade e inteligência emocional?</strong></h2>



<p>Sim. Ser antifrágil está diretamente relacionado à inteligência emocional. Afinal, tudo gira em torno da forma que você administra suas emoções, principalmente em situações inesperadas e de muita pressão.</p>



<p>Consequentemente, avaliar como está a sua inteligência emocional pode ser um bom primeiro passo para ser antifrágil.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Não sabe por onde começar? Conheça o Coaching de Carreira da People TI</strong></h2>



<p>Todas as soft skills podem ser desenvolvidas, inclusive a antifragilidade. Mas percorrer esse caminho pode ser mais difícil do que pensa. Com o<a href="https://peopleti.com.br/para-mim/#coaching-executivo-e-de-carreira"> Coaching de Carreira</a> da People TI, você terá todo o suporte para melhorar o seu desempenho e o da sua empresa.</p>



<p>O processo de coaching irá fazer com que você mantenha o foco nos objetivos traçados e esteja atento às mudanças necessárias para o seu crescimento e conquista de excelentes resultados.</p>



<p>Quer saber mais sobre como podemos te ajudar?<a href="https://peopleti.com.br/contato/"> Clique aqui</a> e entre em contato conosco.</p>
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		<title>Desemprego bate 11,2% e atinge 11,4 milhões de pessoas; é o pior desde 2012</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 May 2016 14:33:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Fonte: UOL Economia &#8211; 31/05/201611h02 O desemprego no país atingiu, em média, 11,2% nos três meses até abril. É a maior taxa registrada pela pesquisa, que começou a ser feita em 2012. No período, o número de desempregados no Brasil chegou a 11,4 milhões de pessoas. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (31) e fazem parte [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: UOL Economia &#8211; 31/05/201611h02</p>
<p>O desemprego no país atingiu, em média, 11,2% nos três meses até abril. É a maior taxa registrada pela pesquisa, que começou a ser feita em 2012.</p>
<p>No período, o número de desempregados no Brasil chegou a 11,4 milhões de pessoas.</p>
<p>Os dados foram divulgados nesta terça-feira (31) e fazem parte da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). São pesquisadas 211.344 casas em cerca de 3.500 municípios. A pesquisa usa dados de trimestres móveis, ou seja, de três meses até a pesquisa. Na de abril, são usados dados de fevereiro, março e abril.</p>
<p>O IBGE considera desempregado quem não tem trabalho e procurou algum nos 30 dias anteriores à semana em que os dados foram coletados.</p>
<p>Comparação com resultados anteriores<br />
Entre fevereiro e abril de 2016, a taxa de desemprego foi de 11,2%:</p>
<p>no trimestre anterior (nov-15 a jan-16), havia sido de 9,5%;<br />
um ano antes (fev-15 a abr-15), havia sido de 8%;<br />
no trimestre encerrado em março (jan-16 a mar-16), havia sido de 10,9%.<br />
O número de desempregados chegou a 11,4 milhões de pessoas:</p>
<p>no trimestre anterior (nov-15 a jan-16), havia sido de 9,6 milhões (alta de 18,6%);<br />
um ano antes (fev-15 a abr-15), havia sido de 8 milhões (alta de 42,1%);<br />
no trimestre encerrado em março (jan-16 a mar-16), havia sido de 11,1 milhões (alta de 2,9%).<br />
População ocupada<br />
Segundo a pesquisa, nos três meses até abril, 90,6 milhões de pessoas tinham trabalho. Esse número caiu 1,7% em um ano, representando 1,5 milhão de pessoas.</p>
<p>Na comparação com o trimestre de novembro de 2015 a janeiro de 2016, a queda foi de 1,1%.</p>
<p>Número de carteiras assinadas cai 4,3%<br />
Aproximadamente 1,5 milhão de pessoas ficaram sem carteira assinada em um ano, de acordo com a pesquisa, uma queda de 4,3%. Na comparação com o trimestre de novembro de 2015 a janeiro de 2016, a queda foi de 1,8%.</p>
<p>Esses números são apenas de carteiras assinadas no setor privado, não levando em conta trabalhadores de setores públicos, segundo o IBGE.</p>
<p>Rendimento médio de R$ 1.962<br />
O rendimento médio real (ajustado pela inflação) dos trabalhadores nos três meses até abril foi de R$ 1.962, caindo 3,3% em um ano. No mesmo período de 2015, o rendimento era de R$ 2.030.</p>
<p>Em comparação com o trimestre de novembro de 2015 a janeiro de 2016, o rendimento ficou estável, segundo o IBGE.</p>
<p>Emprego cai na indústria, comércio e construção<br />
Em relação ao trimestre de novembro de 2015 a janeiro de 2016, três atividades tiveram queda no emprego: indústria (-3,9% ou menos 473 mil pessoas), construção (-5,1% ou menos 400 mil pessoas) e comércio (-1,7% ou menos 302 mil pessoas). As demais ficaram estáveis, segundo o IBGE.</p>
<p>Em um ano, a indústria (-11,8%. ou menos 1,6 milhão de pessoas) e informação, comunicação e atividades financeiras (-7,8%, ou menos 820 mil pessoas) perderam trabalhadores.</p>
<p>Por outro lado, houve aumento de emprego em transporte, armazenagem e correio (5,3%, ou 227 mil pessoas); serviços domésticos (5,1%, ou 306 mil pessoas) e administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,5%, ou 384 mil pessoas).</p>
<p>Três pesquisas sobre emprego<br />
O IBGE fazia outras duas pesquisas mensais com dados de desemprego, mas agora tem apenas a Pnad Contínua mensal, que é nacional.</p>
<p>A PME (Pesquisa Mensal de Emprego) media a taxa mês a mês, com base em seis regiões metropolitanas: Recife, Belo Horizonte, São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro e Porto Alegre. A última divulgação da PME foi em março e indicou que o desemprego atingiu 8,2% em fevereiro.</p>
<p>A Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (Pimes) foi divulgada até fevereiro e, depois, encerrada. Segundo ela, o número de trabalhadores na indústria em 2015 caiu 6,2%, quarto ano seguido de queda e o maior tombo desde 2002, quando a pesquisa começou a ser feita.</p>
<p><strong>Fonte: http://economia.uol.com.br/ São Paulo 31/05/201609h03 &gt; Atualizada 31/05/201611h02</strong></p>
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		<title>Inovação é só para os criativos. Será?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2016 15:27:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Mariane Abrucez Em momentos de crise como esse em que estamos vivendo, inovação parece ser a palavra de ordem para solucionar os problemas; A luz no fim do túnel para algumas empresas. “Precisamos inovar se quisermos nos manter vivos!”, profetiza seu chefe. E é nesse instante que você, assim como a maior parte da população, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por <span class="meta-time">Mariane Abrucez</span></p>
<p>Em momentos de crise como esse em que estamos vivendo, inovação parece ser a palavra de ordem para solucionar os problemas; A luz no fim do túnel para algumas empresas. “Precisamos inovar se quisermos nos manter vivos!”, profetiza seu chefe. E é nesse instante que você, assim como a maior parte da população, pensa “hmmm… esse negócio de inovação não é para mim… eu nem sou criativo!”. Mas será que a inovação se faz possível apenas por meio de pessoas criativas? Quero te mostrar que não!</p>
<p>Antes de mais nada, vamos dar o primeiro passo em direção à inovação e alinhar alguns conceitos. Uma nova ideia só é considerada inovação quando traz resultados, ou seja, gera valor para as empresas. Criar algo com alto índice de novidade, mas com baixos resultados não é inovação. Da mesma forma que criar uma solução altamente lucrativa mas com baixo apelo de novidade, também não é inovação. Associar o alto grau de novidade ao alto índice de resultado, isso é inovação.</p>
<p>Para chegar ao tão esperado resultado, a ideia precisa ser conduzida pelas quatro fases do processo de inovação que tem início na <strong>ideação</strong>. Aqui sim precisamos de <strong>pessoas criativas</strong>, motivadas pela mudança e pelo novo, aquelas que enxergam as oportunidades de uma forma diferente das demais. Em seguida, vamos para a fase de <strong>conceituação</strong>, a mais crítica para as empresas já que ter ideias não é o problema. O problema é colocá-las em prática quando a operação do dia a dia fala mais alto que a inovação, que sempre é algo incerto. Para que essas novas ideias tenham seus riscos mapeados e sejam conduzidas dentro das organizações, precisamos de pessoas <strong>orientadas a desafios</strong> e com tolerância a trabalhar com incertezas.</p>
<p>Passadas essas duas primeiras etapas, chegamos mais perto da <strong>experimentação</strong>. Para essa fase, precisamos de pessoas com <strong>alto grau de adaptação</strong> já que são elas que farão testes de conceito, ajustarão o que for necessário e darão às primeiras formas àquela ideia inicial transformando-a em algo mais concreto, como um protótipo, exemplo. A partir das alterações e dos testes realizados na ideia inicial, chegamos à última fase do processo de inovação, a <strong>implementação</strong>. Sem incertezas, aqui são necessárias pessoas com <strong>orientação a resultados</strong>, que trabalham com prazos e planejamento começo, meio e fim e escopos fechados. É nesse momento que aquela ideia embrionária toma corpo e escalabilidade.</p>
<p>É ilusão achar que todas essas competências e habilidades, muitas vezes opostas entre si, possam ser encontradas em uma única pessoa. O que seria da Apple, por exemplo, se Wozniak fosse como Jobs, ou vice versa? A solução para isso é a criação de times, que unam pessoas com os diversos perfis acima citados que, somadas, trabalharão em busca do tão almejado resultado. O primeiro passo é “olhar pra dentro de casa” para identificar esses talentos. E você, já sabe quem da sua equipe poderia ser parte integrante, e fundamental, do seu time de inovação?</p>
<p><em><strong>Fonte: http://www.tiespecialistas.com.br, </strong></em><em><strong><span class="meta-time">publicado por Mariane Abrucez em 13 de maio/16.</span></strong></em></p>
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		<title>O que mercado e profissionais de TI devem esperar para 2016</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Feb 2016 21:19:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de TI]]></category>
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					<description><![CDATA[Embora impactada pela crise como qualquer outra indústria no Brasil, a TI nunca deixou de respirar e tende a ter um ano mais próspero Texto de Antônio Loureiro e Marcelo Vianna , publicado em 02 de fevereiro de 2016 &#8211; 08:35 em http://computerworld.com.br/ Há muitas abordagens para a definição dos Data Centers pré-montados. No entanto, [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Embora impactada pela crise como qualquer outra indústria no Brasil, a TI nunca deixou de respirar e tende a ter um ano mais próspero</strong></p>
<p><em>Texto de Antônio Loureiro e Marcelo Vianna , publicado em 02 de fevereiro de 2016 &#8211; 08:35 em http://computerworld.com.br/</em></p>
<p>Há muitas abordagens para a definição dos Data Centers pré-montados. No entanto, no mercado há diferenças importantes entre as várias abordagens. A falta de uma terminologia padrão para descrevê-los torna difícil a seleção do tipo adequado.</p>
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<div id="module_whitepapers" class="leadgen_module">
<div class="view-empty">Uma boa notícia para este início de ano: a área de Tecnologia da Informação vai continuar sendo extremamente necessária no ambiente corporativo, seja para gerar ganho de produtividade, eficiência operacional ou redução de custos. O setor de TI simplesmente não pode parar, pois o mundo que conhecemos hoje gira em torno de dados, sistemas e soluções de controle, gestão, performance, mobilidade, cobrança, transações correntes etc.</div>
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<div class="pane-content">
<section class="corpoMateria">Dessa forma, projetos que foram adiados em 2015 por conta do clima de pessimismo com a crise política e macroeconômica do país, e consequente contenção nos investimentos, tendem a ser retomados. Outro fator que deve ajudar a impulsionar a TI em 2016 no Brasil é a realização das Olimpíadas no Rio de Janeiro. Mais demandas de infraestrutura movimentam a economia como um todo e a TI é um pilar fundamental nesse cenário. Ou seja, a expectativa geral é de um ano mais promissor do que foi o último para a área de Tecnologia.</p>
<div class="banner300"> Vamos agora à notícia não tão boa, bem antiga até, mas que pode continuar significando oportunidades: faltam profissionais qualificados para ocupar as vagas abertas pela área de TI! Sim, as empresas estão cada vez mais exigentes na hora de contratar. Como as tecnologias se modernizam e avançam de modo muito acelerado, o Brasil tem que correr para tentar acompanhar esse ritmo. O que acontece é que os profissionais brasileiros apresentam dificuldade para se manterem atualizados, e as empresas, por sua vez, precisam acompanhar a demanda de tecnologia imposta mundo afora. Resultado: não se encontram profissionais à altura das exigências, cada vez maiores, impostas pelo mercado.</div>
<p>As empresas precisam de profissionais que tenham conhecimento universalizado. No setor de TI, simplesmente não funciona aquele pensamento de “vou passar no processo seletivo e depois aprendo como se faz”. Esse profissional não vai sequer ser considerado. A competitividade atualmente no ambiente de TI é mundial. Se a companhia que precisa do serviço não encontrar profissional habilitado a desenvolver isso no Brasil, vai procurar em outros países.</p>
<p>Nesse contexto, profissionais mais bem preparados, antenados, criativos, atualizados com as tendências e inovações globais se sobressaem. Isso explica por que os salários em TI continuam sendo mais altos que a média de outros setores. É a velha lei da oferta e procura.</p>
<p>E onde estão, afinal, as áreas mais quentes para quem busca ascensão nessa carreira? Com toda a certeza, o segmento de Desenvolvimento de Aplicativos para Smartphones é um dos mais promissores para os próximos anos. Pouquíssimas empresas hoje têm domínio sobre essa tecnologia. É um vasto mercado para quem quer investir na área de TI, seja na parte de arquitetura de soluções, programação, comunicação. Se como usuários finais já temos os apps incorporados ao nosso dia a dia, no mundo corporativo também queremos ter esses benefícios para aplicações empresariais.</p>
</section>
<p>Em resumo: embora impactada pela crise como qualquer outra indústria no Brasil, a TI nunca deixou de respirar e tende a ter um ano mais próspero em 2016 do que ocorreu em 2015. A falta de mão de obra qualificada para ocupar as vagas, se por um lado é um problema imediato, por outro indica uma oportunidade para profissionais que consigam investir para se capacitar e se atualizar. Resolver essa equação obviamente não é algo que poderá ser feito da noite para o dia, mas cabe a todos uma reflexão sobre a necessidade de um projeto de país que privilegie a formação de bons profissionais para um setor vital como é a Tecnologia.</p>
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		<title>Virando a crise</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2016 20:39:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jobs]]></category>
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		<category><![CDATA[novas oportunidades]]></category>
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					<description><![CDATA[FONTE: Exame.com – Camila Pati Conformados ou desesperados, profissionais bem qualificados e experientes engrossam o volume de desempregados no Brasil. A consequência está nas salas de espera para entrevistas de emprego: mais concorrentes para número menor de vagas disponíveis.“Como a concorrência aumentou, as empresas estão mais exigentes porque sabem que há bons profissionais dispostos até a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>FONTE: Exame.com – Camila Pati</p>
<p>Conformados ou desesperados, profissionais bem qualificados e experientes engrossam o volume de desempregados no Brasil. A consequência está nas salas de espera para <a href="http://www.exame.com.br/topicos/entrevistas-de-emprego"><strong>entrevistas de emprego</strong></a>: mais concorrentes para número menor de vagas disponíveis.“Como a concorrência aumentou, as empresas estão mais exigentes porque sabem que há bons profissionais dispostos até a aceitar <a href="http://www.exame.com.br/topicos/salarios"><strong>salários</strong></a> mais baixos”, diz Ricardo Rocha, headhunter da Michael Page.A disputa crescente demanda, segundo ele, algumas estratégias se o objetivo é se destacar da multidão de candidatos e conquistar uma recolocação mais rapidamente. Rocha indica atitudes e iniciativas ligadas a três aspectos: relacionamento, qualificação e abertura a novos caminhos de carreira. Veja a seguir:</p>
<ol>
<li><strong>Apresente-se corretamente no LinkedIn: </strong>a rede social profissional é uma excelente ferramenta para descobrir conexões e caminhos até oportunidades de trabalho. Uma maneira de conseguir isto é solicitar que alguém da sua rede de contatos faça a ponte com algum contato importante. “É melhor do que acessar diretamente profissionais, porque tem gente que não gosta e o contato direto pode não ser eficaz”, diz Rocha.</li>
</ol>
<p>Outro ponto que merece atenção é a escolha das oportunidades anunciadas no<a href="http://www.exame.com.br/topicos/linkedin"><strong>LinkedIn</strong></a> para as quais o profissional se candidata. O botão enviar <a href="http://www.exame.com.br/topicos/curriculos"><strong>currículo</strong></a> só deve ser clicado quando há alinhamento entre suas competências, trajetória de carreira e a vaga. Do contrário, há risco de perder relevância e ser descartado da seleção logo de cara, segundo Rocha.</p>
<ol start="2">
<li><strong>Networking:  </strong>a<strong> </strong>eficácia da sua rede de contatos é fruto da sua postura e atitude também nos bons momentos de <a href="http://www.exame.com.br/topicos/carreira--2"><strong>carreira</strong></a>. Ou seja, quem tem por hábito fazer <a href="http://www.exame.com.br/topicos/networking"><strong>networking</strong></a> tem mais chances de conseguir ajuda ou indicações em momentos de transição profissional. “Construir uma rede de relacionamentos de confiança demanda tempo”, diz Rocha.</li>
</ol>
<p>A dica do headhunter para quem nunca se preocupou com networking é comunicar às pessoas mais próximas sobre a busca de uma oportunidade. Indicações e apresentações a outros contatos importantes podem partir desta rede primária. Frequentar eventos profissionais, conferências e workshops também é uma ação aconselhável para expansão da rede de contatos.</p>
<ol start="3">
<li><strong>Procure um headhunter: </strong>são pessoas preparadas para receber profissionais em momentos de transição de carreira e têm conhecimento de oportunidades de trabalho muitas vezes não anunciadas publicamente.</li>
</ol>
<p>Mas seja seletivo na abordagem, recomenda Rocha. É eficaz o contato com headhunters que atuem dentro da sua área profissional. “Fundamental que o profissional se conecte ao headhunter quando tiver as habilidades e competências para a oportunidade em questão”, diz Rocha.</p>
<p>Lembre-se de que estes recrutadores analisam múltiplos currículos diariamente e, portanto, seja objetivo. A entrevista pessoal é canal mais adequado na hora de expor detalhes de sua carreira do que um e-mail.  Seja franco e não tente, de maneira nenhuma, falsear aspectos do seu perfil. Confiança é o combustível da relação e o que fará com que você seja lembrado para seleções e projetos futuros a que ele tiver acesso.</p>
<ol start="4">
<li><strong>Considere fazer cursos e/ou especializações: </strong>“O mais importante é o profissional se manter atualizado neste momento”, diz Rocha. Cursos que possam suprir deficiências em curto espaço de tempo são os mais indicados pelo especialista em recrutamento.</li>
</ol>
<p><a href="http://www.exame.com.br/topicos/pos-graduacao"><strong>Pós-graduação</strong></a> pode também ser interessante, mas há que se levar em conta o investimento financeiro, o tempo e a dedicação necessários à conclusão do projeto.</p>
<ol start="5">
<li><strong>Analise oportunidades em outros estados/países: </strong>se mobilidade não é um problema, ampliar o horizonte de busca é uma maneira de aumentar o volume de <a href="http://www.exame.com.br/topicos/oportunidades-profissionais"><strong>oportunidades profissionais</strong></a> à vista.</li>
</ol>
<p>A possibilidade de adaptação a novos ambientes e culturas deve ser analisada cuidadosamente antes de bater o martelo para um emprego que envolva mudança geográfica, recomenda o headhunter.</p>
<ol start="6">
<li><strong>Considere outros setores de atuação: </strong>se os únicos obstáculos para projetos de empreendedorismo ou de <a href="http://www.exame.com.br/topicos/mudanca-de-carreira"><strong>mudança de carreira</strong></a> eram falta de tempo e de coragem, mãos à obra. Mas, veja, não se trata de guinada abrupta e, sim, da concretização de projetos já existentes.</li>
</ol>
<p>Não subestime riscos da transição, pelo contrário, examine-os com atenção antes de decidir qual novo rumo tomar. “No caso de <a href="http://www.exame.com.br/topicos/empreendedorismo"><strong>empreendedorismo</strong></a>, há um perigo maior de fracasso se a decisão for repentina, motivada pelo recebimento de FGTS”, diz Rocha.</p>
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