<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>desemprego &#8211; People TI</title>
	<atom:link href="https://peopleti.com.br/tag/desemprego/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://peopleti.com.br</link>
	<description>Soluções em Gestão de Pessoas e Carreiras</description>
	<lastBuildDate>Tue, 30 May 2017 14:33:24 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://peopleti.com.br/wp-content/uploads/2023/02/cropped-favicon-32x32.png</url>
	<title>desemprego &#8211; People TI</title>
	<link>https://peopleti.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Desemprego sobe entre mais velhos. Há chance para quem é sênior?</title>
		<link>https://peopleti.com.br/2017/05/desemprego-sobe-entre-mais-velhos-ha-chance-para-quem-e-senior/</link>
					<comments>https://peopleti.com.br/2017/05/desemprego-sobe-entre-mais-velhos-ha-chance-para-quem-e-senior/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2017 14:33:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[experiência]]></category>
		<category><![CDATA[senior]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://peopleti.com.br/?p=9378</guid>

					<description><![CDATA[Desemprego sobe entre mais velhos. Há chance para quem é sênior? Por Camila Pati &#8211; 29 maio 2017 &#8211; 15h03 FONTE: EXAME http://exame.abril.com.br Pesquisa da Vagas.com mostra que profissionais mais velhos querem trabalhar mas não encontram emprego. Ricardo Haag, da Page Personnel, tem algumas dicas. No discurso das empresas, o headhunter Ricardo Haag já notou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desemprego sobe entre mais velhos. Há chance para quem é sênior?</p>
<p>Por Camila Pati &#8211; 29 maio 2017 &#8211; 15h03 FONTE: EXAME http://exame.abril.com.br</p>
<p>Pesquisa da Vagas.com mostra que profissionais mais velhos querem trabalhar mas não encontram emprego. Ricardo Haag, da Page Personnel, tem algumas dicas.</p>
<p>No discurso das empresas, o headhunter Ricardo Haag já notou mudança, mas na prática ele ainda não vê a tendência de empregar profissionais mais experientes, com mais de 60 anos, se espalhar na mesma medida no mercado de trabalho.</p>
<p>Pesquisa recente da Vagas.com, com 2,6 mil homens e mulheres com mais de 60 anos (que recebem aposentadoria ou estão perto de receber) cadastrados na plataforma de busca de oportunidades, confirma a impressão do recrutador e mostra que 72% dos entrevistados que estão nesta faixa etária estão sem trabalho. Mesmo na época em que se falava em pleno emprego no Brasil, 2012, o percentual era de 48%, segundo a Vagas.com.</p>
<p>“A realidade mudou pouco porque é um processo. Mas tenho muitas discussões com empresas que têm a diversidade na pauta”, afirma. Se a mentalidade empresarial muda lentamente, a vontade e a necessidade de trabalhar entre os maiores de 60 anos crescem rápido.</p>
<p>De acordo com o estudo, mais que dobrou o número de profissionais com mais de 60 anos que pretendem continuar no mercado por mais 10 a 15 anos, saltando de 8% em 2012 para 17% neste ano.</p>
<p>Outros 43% consideram trabalhar entre cinco e 10 anos, percentual ligeiramente maior do que os 40% registrados pela Vagas.com em 2012. Entre os profissionais que buscam maior longevidade à carreira, Haag vê dois cenários.<br />
Profissionais que querem continuar na mesma área e quem está prestes a se aposentar e quer começar uma segunda carreira. Nos dois casos, planejamento e persistência são indicações do diretor da Page Personnel.</p>
<p>O networking é a principal fortaleza para quem quer seguir na mesma área. Profissionais mais experientes devem lançar mão do que garantiram (ou deveriam ter garantido) ao longo de tantos anos de trabalho: uma sólida rede de contatos profissionais.</p>
<p>Vale procurar ex-colegas de trabalho, buscar consultorias de recrutamento. “É bater nas portas mesmo, estabelecer contato e ter muita persistência”, indica. Procurar emprego deve ser encarado como um trabalho do expediente das 9h às 18h.</p>
<p>Para quem inicia uma nova carreira, além de vocação, paixão e planejamento, uma dica, é apostar nas atividades em que a experiência de vida cai bem. “Na área de projetos de engenharia, por exemplo, quanto mais vivido é o profissional, melhor”, diz Haag.</p>
<p>Em geral, quem se dá bem numa segunda ou terceira carreira é quem começou a pensar nisso lá atrás e em vez de mudar radicalmente de carreira, fez, na realidade, uma transição de carreira.</p>
<p><strong>Por Camila Pati &#8211; 29 maio 2017 &#8211; 15h03<br />
FONTE: EXAME http://exame.abril.com.br/carreira/desemprego-sobe-entre-mais-velhos-ha-chance-para-quem-e-senior/</strong></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://peopleti.com.br/2017/05/desemprego-sobe-entre-mais-velhos-ha-chance-para-quem-e-senior/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desemprego bate 11,2% e atinge 11,4 milhões de pessoas; é o pior desde 2012</title>
		<link>https://peopleti.com.br/2016/05/desemprego-bate-112-e-atinge-114-milhoes-de-pessoas-e-o-pior-desde-2012/</link>
					<comments>https://peopleti.com.br/2016/05/desemprego-bate-112-e-atinge-114-milhoes-de-pessoas-e-o-pior-desde-2012/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 May 2016 14:33:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[falta de trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://peopleti.com.br/?p=5589</guid>

					<description><![CDATA[Fonte: UOL Economia &#8211; 31/05/201611h02 O desemprego no país atingiu, em média, 11,2% nos três meses até abril. É a maior taxa registrada pela pesquisa, que começou a ser feita em 2012. No período, o número de desempregados no Brasil chegou a 11,4 milhões de pessoas. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (31) e fazem parte [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: UOL Economia &#8211; 31/05/201611h02</p>
<p>O desemprego no país atingiu, em média, 11,2% nos três meses até abril. É a maior taxa registrada pela pesquisa, que começou a ser feita em 2012.</p>
<p>No período, o número de desempregados no Brasil chegou a 11,4 milhões de pessoas.</p>
<p>Os dados foram divulgados nesta terça-feira (31) e fazem parte da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). São pesquisadas 211.344 casas em cerca de 3.500 municípios. A pesquisa usa dados de trimestres móveis, ou seja, de três meses até a pesquisa. Na de abril, são usados dados de fevereiro, março e abril.</p>
<p>O IBGE considera desempregado quem não tem trabalho e procurou algum nos 30 dias anteriores à semana em que os dados foram coletados.</p>
<p>Comparação com resultados anteriores<br />
Entre fevereiro e abril de 2016, a taxa de desemprego foi de 11,2%:</p>
<p>no trimestre anterior (nov-15 a jan-16), havia sido de 9,5%;<br />
um ano antes (fev-15 a abr-15), havia sido de 8%;<br />
no trimestre encerrado em março (jan-16 a mar-16), havia sido de 10,9%.<br />
O número de desempregados chegou a 11,4 milhões de pessoas:</p>
<p>no trimestre anterior (nov-15 a jan-16), havia sido de 9,6 milhões (alta de 18,6%);<br />
um ano antes (fev-15 a abr-15), havia sido de 8 milhões (alta de 42,1%);<br />
no trimestre encerrado em março (jan-16 a mar-16), havia sido de 11,1 milhões (alta de 2,9%).<br />
População ocupada<br />
Segundo a pesquisa, nos três meses até abril, 90,6 milhões de pessoas tinham trabalho. Esse número caiu 1,7% em um ano, representando 1,5 milhão de pessoas.</p>
<p>Na comparação com o trimestre de novembro de 2015 a janeiro de 2016, a queda foi de 1,1%.</p>
<p>Número de carteiras assinadas cai 4,3%<br />
Aproximadamente 1,5 milhão de pessoas ficaram sem carteira assinada em um ano, de acordo com a pesquisa, uma queda de 4,3%. Na comparação com o trimestre de novembro de 2015 a janeiro de 2016, a queda foi de 1,8%.</p>
<p>Esses números são apenas de carteiras assinadas no setor privado, não levando em conta trabalhadores de setores públicos, segundo o IBGE.</p>
<p>Rendimento médio de R$ 1.962<br />
O rendimento médio real (ajustado pela inflação) dos trabalhadores nos três meses até abril foi de R$ 1.962, caindo 3,3% em um ano. No mesmo período de 2015, o rendimento era de R$ 2.030.</p>
<p>Em comparação com o trimestre de novembro de 2015 a janeiro de 2016, o rendimento ficou estável, segundo o IBGE.</p>
<p>Emprego cai na indústria, comércio e construção<br />
Em relação ao trimestre de novembro de 2015 a janeiro de 2016, três atividades tiveram queda no emprego: indústria (-3,9% ou menos 473 mil pessoas), construção (-5,1% ou menos 400 mil pessoas) e comércio (-1,7% ou menos 302 mil pessoas). As demais ficaram estáveis, segundo o IBGE.</p>
<p>Em um ano, a indústria (-11,8%. ou menos 1,6 milhão de pessoas) e informação, comunicação e atividades financeiras (-7,8%, ou menos 820 mil pessoas) perderam trabalhadores.</p>
<p>Por outro lado, houve aumento de emprego em transporte, armazenagem e correio (5,3%, ou 227 mil pessoas); serviços domésticos (5,1%, ou 306 mil pessoas) e administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,5%, ou 384 mil pessoas).</p>
<p>Três pesquisas sobre emprego<br />
O IBGE fazia outras duas pesquisas mensais com dados de desemprego, mas agora tem apenas a Pnad Contínua mensal, que é nacional.</p>
<p>A PME (Pesquisa Mensal de Emprego) media a taxa mês a mês, com base em seis regiões metropolitanas: Recife, Belo Horizonte, São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro e Porto Alegre. A última divulgação da PME foi em março e indicou que o desemprego atingiu 8,2% em fevereiro.</p>
<p>A Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (Pimes) foi divulgada até fevereiro e, depois, encerrada. Segundo ela, o número de trabalhadores na indústria em 2015 caiu 6,2%, quarto ano seguido de queda e o maior tombo desde 2002, quando a pesquisa começou a ser feita.</p>
<p><strong>Fonte: http://economia.uol.com.br/ São Paulo 31/05/201609h03 &gt; Atualizada 31/05/201611h02</strong></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://peopleti.com.br/2016/05/desemprego-bate-112-e-atinge-114-milhoes-de-pessoas-e-o-pior-desde-2012/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
