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	<title>educação corporativa &#8211; People TI</title>
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		<title>Comunicação não-violenta: você sabe o que é?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Apr 2022 21:33:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você já parou para pensar se as nossas palavras e gestos são capazes de causar danos a outras pessoas? Se sim, como ser capaz de utilizar a comunicação não-violenta? A OMS, Organização Mundial da Saúde,o termo “violência” é caracterizado como o uso intencional de força física ou poder, seja na realidade ou apenas em ameaça [&#8230;]]]></description>
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<p>Você já parou para pensar se as nossas palavras e gestos são capazes de causar danos a outras pessoas? Se sim, como ser capaz de utilizar a comunicação não-violenta?</p>



<p>A<a href="https://www.who.int/pt"> OMS</a>, Organização Mundial da Saúde,o termo “violência” é caracterizado como o uso intencional de força física ou poder, seja na realidade ou apenas em ameaça e que possa causar danos a si próprio, outras pessoas ou comunidades. Além disso, de modo geral, nossa cultura nos influencia a estabelecer uma comunicação sem empatia ou compaixão e isso vem prejudicando nossas relações, tanto familiares quanto profissionais.</p>



<p>Preparamos esse artigo para te ajudar a entender melhor sobre o assunto e sobre como adotar uma comunicação não-violenta</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que caracteriza uma comunicação violenta?</strong></h2>



<p>Antes de qualquer coisa, é interessante ressaltar que comunicação violenta nem sempre está acompanhada de grosseria. Ela é a comunicação que nega o reconhecimento de necessidades, diminui o valor de indivíduos e não age de forma empática.</p>



<p>Além disso, muitas vezes, é resultado de construções comunicativas que envolvem linguagem manipuladora e coercitiva, e leva a quem escuta ou fala a se sentir com medo, culpado, triste e/ou punido.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>7 principais ações que alimentam uma comunicação violenta</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Comunicar nossos desejos em forma de exigência insinuando punições ou retaliações caso eles não sejam atendidos</strong></h3>



<p>Exemplos: “Coma todo o almoço ou você não vai poder sair”; “Espero que você entregue esse relatório até sexta para não termos problemas mais sérios”; “Se você não me der mais atenção vou acabar achando que você não me ama”.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Terceirizar nossos sentimentos, responsabilidades e atos para outras pessoas ou situações, nos colocando como vítimas incapazes de alterar nossa realidade.</strong></h3>



<p>Exemplos: “Só fiz isso porque não tinha opção”; “Queria muito usar isso, mas o que eles vão pensar”; “Eu queria ir, mas meu namorado vai ficar chateado se eu for”.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Fazer generalizações a partir de situações específicas ou pontuais de forma a criar uma imagem distorcida do todo</strong></h3>



<p>Exemplos:“Você é muito bagunceiro. Mais uma vez não arrumou o quarto antes de sair”; “Atrasada de novo? Você é muito desorganizada”; “Porque você a tratou mal? Você é muito grosseiro”.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Fazer comparações diversas de forma a inferiorizar ou julgar os outros ou a nós mesmos</strong></h3>



<p>Exemplos:“Ana, por que você não se comporta como a Carol?”; “Joana tem um corpo lindo, nunca vou conseguir isso”; “João está entregando os relatórios muito mais rápido que você, o que está acontecendo?”.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Apresentar pensamentos e opiniões como se fossem sentimentos verídicos</strong></h3>



<p>Exemplos: “Eu sinto que você não me entende”; “Eu sinto que ela não gosta de mim”; “Eu sinto que o João não vai com minha cara”.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>6. Fazer julgamentos moralizantes, no qual quem pensa diferente de nós é totalmente errado ou mau</strong></h3>



<p>Exemplos: “Pessoas como você que gostam desse tipo de gente tem mais que apanhar mesmo”; “Quem apoia bandido devia ser preso também”.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>7. Usar palavras “sempre”, “frequentemente”, “nunca”, “jamais”, “raramente” e outras como verdades absolutas, não declarando nossa responsabilidade sobre essas percepções.</strong></h3>



<p>Exemplos: “Você está <em>sempre</em> atrasada”; “Eles <em>nunca</em> pedem desculpas”; “Ele deixa o quarto bagunçado <em>frequentemente</em>”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é a comunicação não-violenta?</strong></h2>



<p>A comunicação não-violenta (CNV)&nbsp; foi uma técnica criada pelo psicólogo<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Marshall_Rosenberg"> Marshall Rosenberg</a> na década de 60 e baseada na resolução de conflitos de grandes líderes mundiais como Martin Luther King e Mahatma Gandhi. Trata-se de uma técnica para tornar a forma como nos comunicamos mais positiva, seja com outros ou consigo mesmo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Onde é possível utilizar a comunicação não-violenta?</strong></h2>



<p>A comunicação não-violenta pode ser utilizada em qualquer esfera da vida como:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>relações íntimas, escolares, familiares e profissionais</li><li>na terapia</li><li>conflitos</li><li>aconselhamentos</li><li>negociações</li><li>disputas</li><li>debates</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como praticar a comunicação não-violenta?</strong></h2>



<p>Dentro da CNV, a violência sempre é reconhecida como uma necessidade não atendida e é somente a partir da consciência e do compartilhamento dessa necessidade que é possível substituir a violência pela não-violência.</p>



<p>E, de acordo com Rosenberg, a estrutura para estabelecer essa consciência e declará-la é composta por 4 elementos fundamentais que podem ser apresentados em qualquer ordem:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. A observação</strong></h3>



<p>É a declaração objetiva de uma situação e <strong>não pode conter avaliações ou análises de nenhum jeito</strong>, apenas uma descrição para contextualização dos envolvidos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Os sentimentos</strong></h3>



<p>Depois da observação, declara-se os sentimentos que surgiram na situação.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. As necessidades</strong></h3>



<p>Após identificar os sentimentos, é momento de expor quais necessidades não atendidas estão envolvidas na situação</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. O pedido</strong></h3>



<p>Para fechar, são apresentados os pedidos para sanar as necessidades ou excluir os sentimentos negativos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os 3 melhores livros sobre Comunicação não violenta</strong></h2>



<p>Esse é um tema extenso e não existe forma mais efetiva de adquirir conhecimento do que pela leitura. Com isso, separamos os três melhores livros sobre Comunicação Não Violenta e que estão disponíveis no mercado.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Comunicação não violenta: técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais &#8211; Marshall B. Rosenberg</li><li>Vivendo a Comunicação Não Violenta &#8211; Marshall B. Rosenberg</li><li>A linguagem da paz em um mundo de conflitos: sua próxima fala mudará seu mundo &#8211; Marshall B. Rosenberg</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Comunicação Não Violenta: a chave para uma liderança humanizada</strong></h2>



<p>Nós da People TI entendemos que a comunicação não violenta é uma das chaves para o sucesso no mundo corporativo. Por isso, essa técnica é um dos temas abordados em nossa mentoria de liderança.</p>



<p>Se você se interessou, <a href="https://peopleti.com.br/contato/">entre em contato conosco</a> agora mesmo. É hora de começar a investir em você.</p>
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