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	<title>mercado &#8211; People TI</title>
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	<description>Soluções em Gestão de Pessoas e Carreiras</description>
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	<title>mercado &#8211; People TI</title>
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		<title>O que os atletas olímpicos têm a nos ensinar sobre sucesso profissional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Aug 2016 17:23:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os atletas olímpicos superam seus limites porque têm um propósito claro. Qual é o seu? A Olimpíada está repleta de atletas que superaram dificuldades extremas. Mesmo sem dinheiro, sem infraestrutura para treinar e às vezes até sem muito o que comer, persistiram e venceram. E a Paraolimpíada, então? Diante dos atletas paraolímpicos, não há desculpa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os atletas olímpicos superam seus limites porque têm um propósito claro. Qual é o seu?</p>
<p>A Olimpíada está repleta de atletas que superaram dificuldades extremas. Mesmo sem dinheiro, sem infraestrutura para treinar e às vezes até sem muito o que comer, persistiram e venceram. E a Paraolimpíada, então? Diante dos atletas paraolímpicos, não há desculpa que possamos dar para não realizarmos os nossos sonhos.<br />
Usar seu talento a serviço de um propósito de vida é a chave para o sucesso dos campeões do esporte e para qualquer pessoa. Ter um propósito claro não vai fazer com que permaneça feliz 100% do tempo. Também não vai evitar que cometa erros. Agir de acordo com um propósito exige esforço, dedicação e resiliência, mas dá sentido para a vida. Para tudo o que fazemos todos os dias.<br />
As pessoas que sabem o que as mobiliza não são especiais. Elas têm autoconhecimento, tema que já abordei em detalhes aqui. Algo que está acessível a qualquer um que esteja genuinamente interessado em identificar a sua essência, compreender em que tipo de atividade pode dar o melhor de si e se realizar.<br />
Antes a ideia de que cada um é dono da sua própria carreira era um apenas um discurso. Hoje, quem não fizer isso está fora do jogo. No dia a dia e nos processos seletivos, muitas empresas estão olhando para os valores e os propósitos de vida das pessoas. Se eles não estiverem alinhados com os da organização, não adianta falar cinco idiomas, ter estudado nas melhores universidades, essa relação não vai dar certo.<br />
Há pouco tempo, contei sobre como será o futuro do trabalho. Pois é, as relações de trabalho estão passando por uma profunda transformação. E, nesse processo, sairá lá na frente quem estiver procurando o autoconhecimento, a coerência consigo mesmo e se desenvolver constantemente – não apenas em relação ao conhecimento técnico, mas também em relação ao seu comportamento.</p>
<p>Por: <strong>Sofia Esteves</strong> 08/08/2016 às 20:15, http://veja.abril.com.br/blog/carreira/</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Especialista ou generalista, qual profissional ganha mais?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jun 2016 20:16:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Especialista versus generalista: estudos procuram determinar qual perfil profissional recebe ofertas mais promissoras Qual tipo de profissional tem mais chances de atrair um recrutador: um profundo conhecedor de uma área bastante específica ou um “pau para toda obra” com perfil generalista e versátil? Um estudo conduzido por pesquisadores da Columbia Business School e da Tulane [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Especialista versus generalista: estudos procuram determinar qual perfil profissional recebe ofertas mais promissoras</strong></p>
<p>Qual tipo de profissional tem mais chances de atrair um recrutador: um profundo conhecedor de uma área bastante específica ou um “pau para toda obra” com perfil generalista e versátil?</p>
<p>Um estudo conduzido por pesquisadores da Columbia Business School e da Tulane University dá uma resposta categórica à velha dúvida. “Os especialistas são definitivamente castigados pelo mercado”, diz uma das responsáveis pela pesquisa ao Harvard Business Review. “Além de receberem menos ofertas de emprego, eles ganham bônus menores”.</p>
<p>Para chegar ao resultado, os estudiosos acompanharam cerca de 400 estudantes que se formaram nos melhores MBAs dos Estados Unidos entre 2008 e 2009 e seguiram carreira em bancos de investimento.</p>
<p>A amostra foi dividida em dois. O grupo dos especialistas era formado por pessoas que já trabalhavam com investimentos antes do MBA, fizeram estágio na área e se aprofundaram em finanças.</p>
<p>Já a turma dos generalistas consistia naqueles que atuaram em outras áreas antes do curso, como publicidade, fizeram estágio em uma consultoria e só mais tarde foram para o mundo dos investimentos.</p>
<p>Resultado: os bônus recebidos pelos especialistas eram até 36% mais baixos do que os de seus colegas generalistas. Em alguns casos, o primeiro grupo ganhava até 48 mil dólares a menos por ano.</p>
<p>Mas por quê?<br />
Segundo Jennifer Merluzzi, professora na Tulane University e coautora do estudo, o problema está na oferta excessiva de programas de especialização, em especial de MBAs.</p>
<p>“Os cursos dão uma forte ênfase à formação de uma pessoa de finanças ou uma pessoa de marketing, o que produz muitos profissionais parecidos no mercado”, diz ela ao HBR.</p>
<p>Ironicamente, o especialista vira “commodity”: como há muitas pessoas com foco exclusivo em uma área no mercado, aqueles que trazem um repertório mais amplo e eclético saltam aos olhos das empresas.</p>
<p>Merluzzi afirma que recrutadores ouvidos pelo estudo não esconderam sua preferência pelos generalistas. Profissionais com experiências e competências diversas são mais interessantes do que aqueles que só conhecem um ângulo do trabalho, disseram eles.</p>
<p>É claro que, em algumas áreas, ser especialista é uma enorme vantagem competitiva. “Se alguém precisa de um cirurgião para uma operação arriscada, por exemplo, é óbvio que vai querer um expert que já fez isso centenas de vezes”, diz a professora. “No mundo dos negócios, porém, a especialização não é tão benéfica”.</p>
<p>No futuro, diz Merluzzi, os generalistas continuarão a ter mais chances nas empresas porque têm habilidades diversas, podem ser transferidos para outras áreas e tendem a assumir posições de liderança mais rapidamente.</p>
<p>Generalista, não “superficialista”<br />
Outro estudo, lançado recentemente pela firma de inteligência de mercado IDC em parceria com a Microsoft, vai na mesma direção.</p>
<p>Conduzida nos Estados Unidos, a pesquisa analisou mais de 76 milhões de vagas de emprego para selecionar aquelas que teriam maiores salários e melhores condições de ascensão profissional entre 2016 e 2024.</p>
<p>A conclusão é a de que as oportunidades mais promissoras exigem competências multifuncionais (“cross-functional”, no original em inglês), em detrimento de habilidades técnicas ou específicas — e isso em áreas tão diversas quanto TI, direito e saúde.</p>
<p>Segundo Pietro Delai, gerente de pesquisa da IDC Brasil, os requisitos dos melhores empregos incluem excelente comunicação oral e escrita, capacidade de filtrar e processar múltiplas fontes de informação e pensamento lógico aplicado à análise de probabilidades.</p>
<p>“As habilidades exigidas pelos melhores empregos trespassam diversas ocupações (&#8230;). Por outro lado, competências específicas são menos aplicáveis e deveriam receber menos ênfase no currículo das escolas”, aponta o estudo.</p>
<p>Isso não significa que a profundidade seja dispensável. “O tipo de generalista que se dá bem não é o ‘superficialista’”, diz Delai. “Ele precisa ter a capacidade de se debruçar sobre um problema, ir a fundo na investigação de hipóteses e buscar pessoas que ajudem a resolver aquela questão, inclusive especialistas”.</p>
<p>Profissionais com habilidades multifuncionais, aplicáveis a uma vasta gama de situações, também são candidatos naturais à liderança.</p>
<p>“O que vemos na crise é que muitas empresas demitem os especialistas, contratam terceiros para substituí-los e colocam um generalista para administrar os fornecedores”, afirma Delai. &#8220;Elas preferem entregar o comando a quem tem uma visão sistêmica e multidisciplinar&#8221;.</p>
<p><strong>Fonte: Exame.com texto redigido por Claudia Gasparini  </strong></p>
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		<title>6 FERRAMENTAS ONLINE PARA OBTER FLUÊNCIA EM UM IDIOMA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2016 14:16:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Confira 6 ferramentas online para tornar-se fluente em qualquer idioma. Aprender uma segunda língua nos dias de hoje é mais do que essencial para o profissional que deseja prosperar no mercado de trabalho. Não vale apenas ter uma noção do idioma. É preciso saber comunicar-se de forma efetiva na língua e desenvolver-se também na escrita. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Confira 6 ferramentas online para tornar-se fluente em qualquer idioma.</em></p>
<p>Aprender uma segunda língua nos dias de hoje é mais do que essencial para o profissional que deseja prosperar no mercado de trabalho. Não vale apenas ter uma noção do idioma. É preciso saber comunicar-se de forma efetiva na língua e desenvolver-se também na escrita. A boa notícia é que, o que antes era difícil e tinha custos muito elevados, atualmente encontra-se à disposição de todos. O aluno, hoje, tem a liberdade de poder aprender línguas através de aplicativos, plataformas online, podcasts, entre muitas outras ferramentas que já conquistaram os cinco continentes.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-37358" src="https://s.profissionaisti.com.br/wp-content/uploads/2016/06/aprender-idiomas-carreira-profissional.png" alt="aprender-idiomas-carreira-profissional" width="720" height="380" /></p>
<p>É importante ressaltar que a fluência em outros idiomas influencia não só no salário do profissional. Pesquisas recentes feitas pela empresa Catho revelaram que falar uma língua como o inglês, por exemplo, pode render um salario de até 81% maior em comparação a quem não fala idiomas. Hoje, não ter tempo ou dinheiro para frequentar uma escola de idiomas já não é mais desculpa. Veja abaixo alguns métodos de ensino:</p>
<h3>1. Duolingo</h3>
<p>Esse talvez seja o site de ensino de idiomas mais famoso da rede. O serviço tem uma estrutura inteligente e ensina de forma bastante divertida, o que torna o ato de aprender ainda mais viciante. O Duolingo também apresenta uma versão para Android, iOS e Windows Phone, com uma interface para lá de prática, completa e bastante dinâmica.</p>
<h3>2. Plataforma da Preply</h3>
<p>A Preply é uma plataforma de ensino de idiomas vindos dos quatro cantos do mundo. É um conceito de ensino novo que vem ganhando espaço, dispondo de uma grande gama  de professores de inglês online – ou de qualquer outro idioma. As aulas são à distância e personalizadas, sendo ideais para quem deseja uma maior flexibilidade de horários.</p>
<h3>3. Memrise</h3>
<p>Esse site oferece aulas online para mais de 200 diferentes idiomas. As aulas são separadas por categorias, tais como artes, matemática, literatura e ciência. O site usa também imagens e a neurociência para tornar o aprendizado mais fácil e divertido.</p>
<h3>4. Busuu</h3>
<p>Com mais de 50 milhões de usuários em todo o mundo, o Busuu oferece aulas de diferentes idiomas, as quais o estudante pode escolher com base em seu nível de conhecimento ou optar por aulas voltadas para viagens, por exemplo. O Busuu também tem uma versão disponível para quem quiser estudar através de seu smartphone.</p>
<h3>5. Open Culture</h3>
<p>Este é um banco de dados com material de ensino para mais de 40 idiomas. Através do Open Culture, você encontra tudo o que é preciso para aprender uma nova língua, como francês, inglês, italiano ou espanhol, por exemplo, além de idiomas como islandês e gaélico. São centenas de lições, podcasts e exercícios que ajudam a atingir a fluência.</p>
<h3>6. Mango</h3>
<p>O mais simples de nossa lista, o Mango ajuda o estudante a aprender idiomas por meio de lições com níveis gradativos, cada qual com centenas de slides fáceis e explicativos, que mostram frases e pronúncias de nativos, atuando como uma ficha de anotações.</p>
<p>É isso, pessoal. Sem mais desculpas, vamos aprender ou aperfeiçoar nossos conhecimentos em outras línguas. CONHECIMENTO NUNCA É DEMAIS! <img decoding="async" class="wp-smiley" src="https://www.profissionaisti.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" /></p>
<p>Fonte: https://www.profissionaisti.com.br/ 21 de junho de 2016.</p>
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