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	<title>mudança de emprego &#8211; People TI</title>
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		<title>Passar por diferentes áreas e empresas mancha o currículo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 May 2016 02:02:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Para uma pesquisa global que levou em conta trocas de emprego anunciadas na plataforma entre dezembro de 2014 e março de 2015, o Linkedin falou com mais de 160 brasileiros. O resultado impressiona: 59% dos entrevistados tem entre 18 e 35 anos, a chamada geração do Milênio, e 39% trocaram não só de posto, mas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para uma pesquisa global que levou em conta trocas de emprego anunciadas na plataforma entre dezembro de 2014 e março de 2015, o Linkedin falou com mais de 160 brasileiros. O resultado impressiona: 59% dos entrevistados tem entre 18 e 35 anos, a chamada geração do Milênio, e 39% trocaram não só de posto, mas de carreira.</p>
<p>Trata-se de uma mudança sincronizada com outros jovens pelo mundo. A questão da importância da diversidade de experiências e do trabalho como propósito de vida – assim como a ascendência de habilidades e profissões totalmente novas – é cada vez mais relevante.</p>
<p>O mercado, por sua vez, já responde a essa transição com novas estratégias de contratação, que levam em conta um currículo diverso como digno de avaliação ao invés de um sinal vermelho.</p>
<p>Marco Macedo, chefe da área de Recursos Humanos da Pearson no Brasil, entrevista cerca de 250 pessoas por ano. Para ele, o importante é mostrar consistência em sua trajetória, “principalmente no seu processo decisório”. Isso se traduz em experiências que fazem sentido umas com as outras, ao invés de desconexas.</p>
<p>Amandha Negro Cortes, superintendente de Recursos Humanos do Itaú, concorda. “Um ponto de atenção importante é que o currículo tenha passagens sólidas, com construções significativas e que mostrem o quanto evoluiu e cresceu profissionalmente ao longo do tempo”, diz. “Tendo este cuidado, com certeza esta experimentação é muito possível e a depender da forma de apresentar no currículo, a pessoa pode ainda se destacar positivamente por sair da zona de conforto e querer novos aprendizados ao longo da carreira.”</p>
<p>Para desenvolver um currículo diverso de maneira estratégica e consistente, Marco sugere três reflexões. A primeira é retrospectiva: pense nos passos que está dando e por que fazem sentido para você. Em seguida, olhe criticamente e considere se você vai fazer algo relevante naquele próximo emprego. Por último, procure ambientes que permitam a experimentação dentro de seus quadros – eles existem.</p>
<p><strong>Questão de ciclo<br />
</strong></p>
<p>É igualmente necessário explicar adequadamente os “pulos” entre um emprego e outro de maneira satisfatória. É algo que fica mais claro quando se pensa em termos de ciclos, seja um projeto de seis meses ou uma iniciativa de três anos.</p>
<p>“É o regar, crescer e colher: se você não é capaz de viver esse ciclo inteiro, com as dores e as alegrias, aí passa a ser demais”, resume Marco, que destaca a necessidade de demonstrar entrega e aprendizado na hora da entrevista. “É não ficar só na euforia de aprender, mas aprender a ter resultado e bater metas.”</p>
<p>Embora não exista tempo mínimo ou máximo ideal no Itaú, Amandha diz que sua equipe busca avaliar em detalhes o que foi construído em cada passagem e quais foram as contribuições individuais do candidato ao longo do tempo.</p>
<p>É aqui que é necessário prestar atenção no longo prazo: quanto mais tempo de carreira você tem, melhor precisa ser na hora de apresentar sua trajetória de maneira convincente. “Quando vejo alguém com dez anos de formação e oito empresas no currículo, fico assustado porque não estou contratando alguém por um verão”, admite Marco. Se o candidato parece bom no papel, no entanto, costuma ganhar a chance de se explicar pessoalmente. “Minhas entrevistas tem só uma grande pergunta: do dia em que você nasceu até hoje, o que aconteceu?”, diz ele.</p>
<p>E não adianta inventar na hora. “Um currículo inconsistente e que de alguma forma tenta manipular ou vender uma ideia diferente do que é, se não identificado nesta etapa, é facilmente percebido na entrevista”, alerta Amandha, que aconselha transparência e honestidade. Dentro do próprio banco, trocar de áreas internamente é algo bom profissionalmente, desde que a troca seja acordada com gestores. “Esta movimentação é vista de forma positiva na linha de que há busca pelo novo, saída da zona de conforto e protagonismo de careira.”</p>
<p><strong>Definições<br />
</strong></p>
<p>Marco é, ele mesmo, um exemplo de diversidade. Formado em engenharia mas desencantado com a profissão, tornou-se trainee da Ambev. Ao longo de dez anos na empresa, passou pelas áreas de vendas, marketing, trade, inteligência de mercado e gestão de pessoas antes de assumir o cargo de gerente comercial.</p>
<p>Em 2013, foi convidado para dirigir o departamento de gestão de pessoas do Grupo Multi, mais tarde adquirido pela Pearson, onde está hoje. “Eu nunca deixaria cinco anos da minha vida definirem o que vou fazer nos próximos quarenta”, resume.</p>
<p>Entre os maiores ganhos de quem busca trabalhos diferentes, para ele, estão a empatia e a complementaridade. Ter experiência com vendas pode ajudar a entender o que está acontecendo quando você estiver na área financeira ou de operações, por exemplo. E isso cria, por si só, um profissional melhor e valioso.</p>
<p>Seu conselho mais contundente tem contornos mais profundos, que envolvem refletir sobre a natureza do trabalho em si. Afinal, como as pessoas trabalham durante grande parte da vida, é natural que, dada a oportunidade, escolham cada vez mais uma experiência digna e interessante e não apenas um holerite.</p>
<p>“As pessoas nos procuram dizendo que querem trabalhar com engenharia, finanças ou logística, mas no fundo o que importa é o ‘como’”, diz. “Como as pessoas se relacionam, como o negócio é gerido – são essas as coisas que preenchem sua vida.”</p>
<p>Fonte: http://exame.abril.com.br/ 09/05/2016 12:00</p>
<p>* Este artigo foi originalmente publicado pelo <a href="https://www.napratica.org.br/passar-por-diferentes-areas-e-empresas-mancha-o-curriculo/" target="_blank" rel="noopener">Na Prática</a>, portal da Fundação Estudar.</p>
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