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	<title>resultados melhores &#8211; People TI</title>
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	<description>Soluções em Gestão de Pessoas e Carreiras</description>
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		<title>Inovação é só para os criativos. Será?</title>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2016 15:27:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Por Mariane Abrucez Em momentos de crise como esse em que estamos vivendo, inovação parece ser a palavra de ordem para solucionar os problemas; A luz no fim do túnel para algumas empresas. “Precisamos inovar se quisermos nos manter vivos!”, profetiza seu chefe. E é nesse instante que você, assim como a maior parte da população, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por <span class="meta-time">Mariane Abrucez</span></p>
<p>Em momentos de crise como esse em que estamos vivendo, inovação parece ser a palavra de ordem para solucionar os problemas; A luz no fim do túnel para algumas empresas. “Precisamos inovar se quisermos nos manter vivos!”, profetiza seu chefe. E é nesse instante que você, assim como a maior parte da população, pensa “hmmm… esse negócio de inovação não é para mim… eu nem sou criativo!”. Mas será que a inovação se faz possível apenas por meio de pessoas criativas? Quero te mostrar que não!</p>
<p>Antes de mais nada, vamos dar o primeiro passo em direção à inovação e alinhar alguns conceitos. Uma nova ideia só é considerada inovação quando traz resultados, ou seja, gera valor para as empresas. Criar algo com alto índice de novidade, mas com baixos resultados não é inovação. Da mesma forma que criar uma solução altamente lucrativa mas com baixo apelo de novidade, também não é inovação. Associar o alto grau de novidade ao alto índice de resultado, isso é inovação.</p>
<p>Para chegar ao tão esperado resultado, a ideia precisa ser conduzida pelas quatro fases do processo de inovação que tem início na <strong>ideação</strong>. Aqui sim precisamos de <strong>pessoas criativas</strong>, motivadas pela mudança e pelo novo, aquelas que enxergam as oportunidades de uma forma diferente das demais. Em seguida, vamos para a fase de <strong>conceituação</strong>, a mais crítica para as empresas já que ter ideias não é o problema. O problema é colocá-las em prática quando a operação do dia a dia fala mais alto que a inovação, que sempre é algo incerto. Para que essas novas ideias tenham seus riscos mapeados e sejam conduzidas dentro das organizações, precisamos de pessoas <strong>orientadas a desafios</strong> e com tolerância a trabalhar com incertezas.</p>
<p>Passadas essas duas primeiras etapas, chegamos mais perto da <strong>experimentação</strong>. Para essa fase, precisamos de pessoas com <strong>alto grau de adaptação</strong> já que são elas que farão testes de conceito, ajustarão o que for necessário e darão às primeiras formas àquela ideia inicial transformando-a em algo mais concreto, como um protótipo, exemplo. A partir das alterações e dos testes realizados na ideia inicial, chegamos à última fase do processo de inovação, a <strong>implementação</strong>. Sem incertezas, aqui são necessárias pessoas com <strong>orientação a resultados</strong>, que trabalham com prazos e planejamento começo, meio e fim e escopos fechados. É nesse momento que aquela ideia embrionária toma corpo e escalabilidade.</p>
<p>É ilusão achar que todas essas competências e habilidades, muitas vezes opostas entre si, possam ser encontradas em uma única pessoa. O que seria da Apple, por exemplo, se Wozniak fosse como Jobs, ou vice versa? A solução para isso é a criação de times, que unam pessoas com os diversos perfis acima citados que, somadas, trabalharão em busca do tão almejado resultado. O primeiro passo é “olhar pra dentro de casa” para identificar esses talentos. E você, já sabe quem da sua equipe poderia ser parte integrante, e fundamental, do seu time de inovação?</p>
<p><em><strong>Fonte: http://www.tiespecialistas.com.br, </strong></em><em><strong><span class="meta-time">publicado por Mariane Abrucez em 13 de maio/16.</span></strong></em></p>
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