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	<title>salário &#8211; People TI</title>
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	<description>Soluções em Gestão de Pessoas e Carreiras</description>
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	<title>salário &#8211; People TI</title>
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		<title>Especialista ou generalista, qual profissional ganha mais?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jun 2016 20:16:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Especialista versus generalista: estudos procuram determinar qual perfil profissional recebe ofertas mais promissoras Qual tipo de profissional tem mais chances de atrair um recrutador: um profundo conhecedor de uma área bastante específica ou um “pau para toda obra” com perfil generalista e versátil? Um estudo conduzido por pesquisadores da Columbia Business School e da Tulane [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Especialista versus generalista: estudos procuram determinar qual perfil profissional recebe ofertas mais promissoras</strong></p>
<p>Qual tipo de profissional tem mais chances de atrair um recrutador: um profundo conhecedor de uma área bastante específica ou um “pau para toda obra” com perfil generalista e versátil?</p>
<p>Um estudo conduzido por pesquisadores da Columbia Business School e da Tulane University dá uma resposta categórica à velha dúvida. “Os especialistas são definitivamente castigados pelo mercado”, diz uma das responsáveis pela pesquisa ao Harvard Business Review. “Além de receberem menos ofertas de emprego, eles ganham bônus menores”.</p>
<p>Para chegar ao resultado, os estudiosos acompanharam cerca de 400 estudantes que se formaram nos melhores MBAs dos Estados Unidos entre 2008 e 2009 e seguiram carreira em bancos de investimento.</p>
<p>A amostra foi dividida em dois. O grupo dos especialistas era formado por pessoas que já trabalhavam com investimentos antes do MBA, fizeram estágio na área e se aprofundaram em finanças.</p>
<p>Já a turma dos generalistas consistia naqueles que atuaram em outras áreas antes do curso, como publicidade, fizeram estágio em uma consultoria e só mais tarde foram para o mundo dos investimentos.</p>
<p>Resultado: os bônus recebidos pelos especialistas eram até 36% mais baixos do que os de seus colegas generalistas. Em alguns casos, o primeiro grupo ganhava até 48 mil dólares a menos por ano.</p>
<p>Mas por quê?<br />
Segundo Jennifer Merluzzi, professora na Tulane University e coautora do estudo, o problema está na oferta excessiva de programas de especialização, em especial de MBAs.</p>
<p>“Os cursos dão uma forte ênfase à formação de uma pessoa de finanças ou uma pessoa de marketing, o que produz muitos profissionais parecidos no mercado”, diz ela ao HBR.</p>
<p>Ironicamente, o especialista vira “commodity”: como há muitas pessoas com foco exclusivo em uma área no mercado, aqueles que trazem um repertório mais amplo e eclético saltam aos olhos das empresas.</p>
<p>Merluzzi afirma que recrutadores ouvidos pelo estudo não esconderam sua preferência pelos generalistas. Profissionais com experiências e competências diversas são mais interessantes do que aqueles que só conhecem um ângulo do trabalho, disseram eles.</p>
<p>É claro que, em algumas áreas, ser especialista é uma enorme vantagem competitiva. “Se alguém precisa de um cirurgião para uma operação arriscada, por exemplo, é óbvio que vai querer um expert que já fez isso centenas de vezes”, diz a professora. “No mundo dos negócios, porém, a especialização não é tão benéfica”.</p>
<p>No futuro, diz Merluzzi, os generalistas continuarão a ter mais chances nas empresas porque têm habilidades diversas, podem ser transferidos para outras áreas e tendem a assumir posições de liderança mais rapidamente.</p>
<p>Generalista, não “superficialista”<br />
Outro estudo, lançado recentemente pela firma de inteligência de mercado IDC em parceria com a Microsoft, vai na mesma direção.</p>
<p>Conduzida nos Estados Unidos, a pesquisa analisou mais de 76 milhões de vagas de emprego para selecionar aquelas que teriam maiores salários e melhores condições de ascensão profissional entre 2016 e 2024.</p>
<p>A conclusão é a de que as oportunidades mais promissoras exigem competências multifuncionais (“cross-functional”, no original em inglês), em detrimento de habilidades técnicas ou específicas — e isso em áreas tão diversas quanto TI, direito e saúde.</p>
<p>Segundo Pietro Delai, gerente de pesquisa da IDC Brasil, os requisitos dos melhores empregos incluem excelente comunicação oral e escrita, capacidade de filtrar e processar múltiplas fontes de informação e pensamento lógico aplicado à análise de probabilidades.</p>
<p>“As habilidades exigidas pelos melhores empregos trespassam diversas ocupações (&#8230;). Por outro lado, competências específicas são menos aplicáveis e deveriam receber menos ênfase no currículo das escolas”, aponta o estudo.</p>
<p>Isso não significa que a profundidade seja dispensável. “O tipo de generalista que se dá bem não é o ‘superficialista’”, diz Delai. “Ele precisa ter a capacidade de se debruçar sobre um problema, ir a fundo na investigação de hipóteses e buscar pessoas que ajudem a resolver aquela questão, inclusive especialistas”.</p>
<p>Profissionais com habilidades multifuncionais, aplicáveis a uma vasta gama de situações, também são candidatos naturais à liderança.</p>
<p>“O que vemos na crise é que muitas empresas demitem os especialistas, contratam terceiros para substituí-los e colocam um generalista para administrar os fornecedores”, afirma Delai. &#8220;Elas preferem entregar o comando a quem tem uma visão sistêmica e multidisciplinar&#8221;.</p>
<p><strong>Fonte: Exame.com texto redigido por Claudia Gasparini  </strong></p>
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		<title>6 segredos dos currículos que são &#8216;ímãs&#8217; de recrutadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jun 2016 20:40:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[crise econômica]]></category>
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					<description><![CDATA[Ter um currículo atrativo não é o suficiente para conseguir uma oportunidade em meio à crise do mercado de trabalho brasileiro. Mas ajuda. O documento funciona como cartão de visitas, diz Denise Bojikian, especialista em recursos humanos no VAGAS.com. Para que um potencial empregador decida chamar você para uma entrevista, ele primeiro precisa ser “fisgado” [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ter um currículo atrativo não é o suficiente para conseguir uma oportunidade em meio à crise do mercado de trabalho brasileiro. Mas ajuda.</p>
<p>O documento funciona como cartão de visitas, diz Denise Bojikian, especialista em recursos humanos no VAGAS.com. Para que um potencial empregador decida chamar você para uma entrevista, ele primeiro precisa ser “fisgado” pelo seu CV.</p>
<div class="teads-inread">
<div>
<div class="teads-ui-components-label">A importância da peça é tão grande que mesmo profissionais excelentes podem passar despercebidos por um recrutador se cometerem erros graves ou até  sutis no currículo.</div>
</div>
</div>
<p>É claro que conseguir um emprego é muito mais fácil se a sua carreira está entre as mais promissoras do momento, ou se a sua área não foi tão abalada pela recessão econômica que atinge o país.</p>
<p>Ainda assim, o cuidado com o CV pode impulsionar as suas chances independentemente da sua profissão ou setor.</p>
<p>Confira a seguir 5 características dos currículos que funcionam como “ímãs” de recrutadores na crise, segundo três especialistas ouvidos por <strong>EXAME.com</strong>:</p>
<p><strong>1. Têm objetivo claro</strong><br />
Segundo Rafael Souto, CEO da consultoria Produtive, o mercado vive uma era de especialização crescente: as empresas buscam profissionais com competências cada vez mais específicas para resolver os seus problemas. O resultado disso é que os currículos precisam se tornar menos genéricos e mais precisos para chamar atenção.</p>
<p>“O recrutador tem pouco tempo a perder, então precisa saber rapidamente qual é a área-foco do candidato”, explica Souto. Não basta escrever algo vago como “finanças”, por exemplo. Explique o escopo do seu trabalho de forma sucinta, mas completa. Currículos muito generalistas, que parecem ser feitos para ocupar qualquer posição, costumam ser os primeiros a ser descartados.</p>
<p><strong>2. São curtos e limpos</strong><br />
Como precisam analisar muitos CVs em pouco tempo, os recrutadores tendem a preferir documentos mais objetivos e sucintos. Para Souto, é preciso dizer o máximo com o menor número possível de palavras, em até duas páginas.</p>
<p>A mesma economia deve valer para o aspecto visual do do currículo, diz Caroline Cadorin, gerente da consultoria Hays. “Evite colunas, tabelas e cores excessivas”, orienta ela. “Prefira um formato limpo, que deixe fácil identificar as principais informações sobre você”. O design do CV é mais importante do que parece. Até um detalhe tão sutil quanto a fonte do texto, como a clássica Arial ou a detestada Comic Sans,  carrega recados subliminares sobre quem você é.</p>
<p><strong>3. </strong><strong>São customizados<br />
</strong>Em vez de elaborar um único CV e usá-lo em todos os processos seletivos, é mais estratégico criar várias versões do documento, adaptando o conteúdo de acordo com as exigências de cada contratante. Ajustar o currículo às especificidades da vaga aumenta a pertinência da sua candidatura, diz Souto.</p>
<p>Esse detalhe ajuda a resolver um dos maiores “dramas” dos recrutadores em tempos de crise e escassez de recursos: a impossibilidade de fazer uma contratação malsucedida. Se você evidencia os pontos de encaixe entre você e a empresa, fica mais fácil para o recrutador avaliar se você é adequado ou não para a vaga. As duas partes ganham tempo.</p>
<p><strong>4. </strong><strong>Trazem afirmações embasadas<br />
</strong>De acordo com Denise Bojikian, especialista em recursos humanos no VAGAS.com, o seu currículo ganha pontos em atratividade se inclui informações comprovadas sobre aptidões, experiências e resultados.</p>
<p>Tem inglês fluente? Mencione um certificado de proficiência na língua. Alavancou as vendas do setor no seu último emprego? Dê a porcentagem de crescimento que você ajudou a promover. O seu currículo será mais persuasivo à medida que houver dados — de preferência numéricos — para provar o que você diz.</p>
<p><strong>5. Formam uma narrativa coerente</strong><br />
Para Bojikian, o currículo deve contar uma história com começo, meio e fim. Mudanças bruscas de área, experiências avulsas e desconexas, lacunas sem explicação: todos esses elementos criam dúvidas e afastam recrutadores.</p>
<p>Idealmente, a carreira do candidato deve ser composta por movimentos harmônicos entre si, mas isso não é o bastante. &#8220;Precisa haver uma simetria entre o histórico daquele profissional e as características da vaga&#8221;, diz a especialista. “O recrutador deve enxergar a relação entre o objetivo da pessoa e o que ela desempenhou na carreira até aquele momento”.</p>
<p><strong>6. Dão destaque para idiomas</strong><br />
Outro segredo dos currículos que funcionam como “ímãs” de recrutadores são as competências linguísticas do candidato — o que vale para praticamente todas as áreas de atuação. Afinal, cada vez mais empresas precisam de candidatos fluentes em um idioma estrangeiro, em especial o inglês.</p>
<p>“Se você realmente tiver essa competência, dê bastante destaque a ela e inclua certificações, se tiver”, diz Souto. Mas não vale mentir. Se o seu nível de inglês for intermediário, não diga que ele é avançado. Candidatos que exageram habilidades no currículo são facilmente desmascaráveis na etapa da entrevista — isso sem falar no desgaste que a mentira causa à sua reputação perante o mercado.</p>
<p><strong>Fonte: Exame.com por Claudia Gasparini, 14/06/2016 06:00.</strong></p>
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		<title>Sete dicas para negociar salário</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2015 15:10:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Falar em aumento de salário em época de recessão econômica não é loucura ou devaneio. Muito pelo contrário, se bem fundamentado, o pedido pode ser muito justo e oportuno, dependendo da situação. É o que explica Ricardo Haag, diretor da Page Personnel, uma das maiores empresas globais de recrutamento especializado de profissionais de suporte à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Falar em aumento de salário em época de recessão econômica não é loucura ou devaneio. Muito pelo contrário, se bem fundamentado, o pedido pode ser muito justo e oportuno, dependendo da situação. É o que explica Ricardo Haag, diretor da Page Personnel, uma das maiores empresas globais de recrutamento especializado de profissionais de suporte à gestão, parte do PageGroup.</p>
<p>“A negociação salarial pode ser feita a qualquer momento, desde que o pedido seja justo e bem argumentado. É preciso que o funcionário veja qual o papel dele dentro de uma organização e se está sendo remunerado justamente. Tem de avaliar se a remuneração dele está compatível com o mercado. Também precisa apresentar provas bem contundentes de que pode e deve ter um salário melhor”, conta Ricardo Haag.</p>
<p>Veja abaixo sete dicas do consultor para negociar salários em épocas de turbulência na economia:</p>
<p><strong>Converse com seu gestor</strong><br />
É crucial que o seu chefe seja um dos principais apoiadores do seu pedido. Mostre a ele que você é importante para os atuais e futuros projetos da companhia e que está disposto a aceitar novos desafios. Seu gestor precisa ver em você que é fundamental para a área em que atua e que está engajado com a companhia. Mas antes de conversar com seu líder, organize seu discurso e apresente a ele fatos e argumentos que justifiquem seu pedido.</p>
<p><strong>Tenha certeza de que os resultados que entrega estão acima da média</strong><br />
Antes de conversar com seu chefe, avalie seu desempenho e como tem cumprido seu papel dentro da organização. Uma conversa com seu gestor sobre salário só fará sentido se você estiver com ótimos resultados e performance excepcional. Será um ótimo argumento para justificar a conversa</p>
<p><strong>Se coloque à disposição para fazer mais do que seu papel</strong><br />
Em tempos de crise, a máxima de se fazer “mais com menos” ganha mais importância. Mostre à sua equipe e liderança que está disposto a participar de mais atividades e desafios que sua função exigem. Isso fará com que você seja melhor percebido pelos colegas e chefia.</p>
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<p><strong>Não pressione o seu chefe e nem seu atual empregador</strong><br />
Resultados, metas, cobranças. Tudo o que seu gestor não precisa, neste momento, é de mais pressão. Avalie com calma o momento mais adequado para ter essa conversa.</p>
</div>
<p><strong>Trate o assunto com discrição e humildade</strong><br />
Antes de sugerir uma conversa com seu superior, registre em um documento seus resultados e conquistas profissionais. É importante que nesse diálogo haja muita transparência e sobriedade. Mantenha essa conversa de maneira reservada. Remuneração é um tema que sempre causa polêmica. Deixe que seu chefe decida o que é melhor e não sofra interferência de outras pessoas que não tenham ligação direta com o assunto.</p>
<p><strong>Caso o aumento não seja possível, não se desaponte</strong><br />
Não desista de suas reivindicações. Se o seu chefe explicar que não há como atender às suas exigências nesse momento, o importante é continuar atuando com profissionalismo. Vivemos um cenário econômico desafiador e muitas empresas não têm como justificar aumentos de custo. Uma eventual queda de rendimento pode ser associada ao seu pedido e isto pode pesar contra você. Mantenha o foco e não desanime.</p>
<p><strong>Adapte-se</strong><br />
E se mesmo após toda as tentativas, nada mudar? Nesse caso, se você realmente quiser continuar trabalhando nessa mesma empresa, você deverá se adaptar. O mercado sempre passa por altas e baixas e, em momentos de quedas, procure manter seu otimismo e profissionalismo. Esse tipo de atitude será observada pelo seu gestor e ajudará em um novo cenário.</p>
<p><strong><span class="author">FONTE: </span><span class="source"><span class="skimlinks-unlinked">Administradores.com</span>, </span>15 de novembro de 2015.</strong></p>
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