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	<title>tendência do trabalho &#8211; People TI</title>
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		<title>Python mantém ascensão e ganha ainda mais popularidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Mar 2019 17:55:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[linguagens de programação]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>
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					<description><![CDATA[Paul Krill &#124; InfoWorld (EUA), com Redação Computerworld Brasil﻿ Python segue ganhando espaço como uma das linguagens de programação mais populares do mundo. Ela registrou o maior avanço no ranking Tiobe, que mede a popularidade de linguagens, subindo 3,62% em janeiro deste ano, em relação ao mesmo mês do último ano. No ranking, Python fica [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Paul Krill | InfoWorld (EUA), com Redação Computerworld Brasil﻿</strong></p>



<p>Python segue ganhando espaço como uma das linguagens de programação mais populares do mundo. Ela registrou o maior avanço no ranking <em>Tiobe</em>, que mede a popularidade de linguagens, subindo 3,62% em janeiro deste ano, em relação ao mesmo mês do último ano.</p>



<p>No ranking, Python fica atrás
somente das também populares e já amplamente utilizadas&nbsp;<strong>Java</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>C</strong>,
que têm 16,9% e 13,3%, respectivamente.</p>



<p>Segundo
a Tibo, empresa que avalia qualidade de software, Python é a primeira linguagem
mais frequentemente ensinada nas universidades atualmente, conduzindo domínios
estatísticos, inteligência artificial, testes de sistemas e domínios de script.
E é líder em programação web e computação científica, afirma a empresa.</p>



<p>Um
dos grandes diferenciais do Python é simplificar muitos tipos de trabalho,
desde a automação do sistema até o trabalho em campos de ponta como machine
learning.</p>



<p>O
índice do Tiobe é baseado em uma fórmula que examina pesquisas de linguagens em
mecanismos de pesquisa, como Google, Bing e Wikipedia. A fórmula avalia o
número de engenheiros qualificados, cursos e fornecedores terceirizados
pertinentes a cada uma das linguagens.</p>



<p>Linguagens
estabelecidas, como Java, C, C ++ e Visual Basic.Net, também viram ganhos ano a
ano. Os idiomas tradicionais estão se fortalecendo em geral, dando a idiomas
menores menos chance de adoção, diz Paul Jansen, CEO da Tiobe.</p>



<p><strong>Novos entrantes</strong></p>



<p>O índice Tiobe de janeiro de 2019
viu o surgimento de idiomas como o&nbsp;<strong>Matlab</strong>, subindo
do 18º lugar um ano atrás para o 11º lugar este ano, e o&nbsp;<strong>Kotlin</strong>,
subindo do 39º para o 31º lugar.&nbsp;<strong>Rust</strong>&nbsp;subiu
do 46º para o 33º lugar enquanto o&nbsp;<strong>TypeScript</strong>&nbsp;pulou
do 167º para o 49º lugar. O Matlab está se tornando popular na indústria
automotiva, enquanto o TypeScript é visto como uma alternativa mais segura ao
JavaScript.</p>



<p>A
Tiobe prevê que o Kotlin poderá entrar no Top 20 deste ano, com clientes
pedindo e dispostos a pagar pelo suporte.</p>



<p>No lado negativo,&nbsp;<strong>Ruby</strong>&nbsp;caiu
do 11º lugar para o 18º lugar ano após ano, enquanto o F# caiu do 40º para o
64º lugar. Tiobe não tem explicação para essas quedas.</p>



<p>Confira o
ranking com as 10 linguagens de programação mais populares em janeiro de 2019:</p>



<p><strong>Java</strong>, com uma classificação de 16.904%<br /> <strong>C</strong>, 13,337%<br /> <strong>Python</strong>, 8,294%<br /> <strong>C ++</strong>, 8,158%<br /> <strong>Visual Basic.Net</strong>, 6,459%<br /> <strong>JavaScript</strong>, 3,302%<br /> <strong>C#</strong>, 3,284%<br /> <strong>PHP</strong>, 2,68%<br /> <strong>SQL</strong>, 2,277%<br /> <strong>Objective-C</strong>, 1,781%</p>



<p>Fonte: https://computerworld.com.br/2019/01/08/python-mantem-ascensao-e-ganha-ainda-mais-popularidade/ </p>



<p></p>
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		<title>5 tendências (sem volta) do trabalho no futuro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jul 2016 20:13:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[carreira e salários]]></category>
		<category><![CDATA[flexibilidade no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
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		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Homem olha através de binóculo: no futuro, autogestão será realidade no trabalho O expediente tradicional &#8211; ou seja aquelas 8 horas (no mínimo) com seu chefe acompanhando todos os seus passos e relatórios no escritório – caminha para a extinção. No seu lugar, ganham força novas modalidades de trabalho e gestão, em que a autonomia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Homem olha através de binóculo: no futuro, autogestão será realidade no trabalho<br />
</strong></p>
<p>O expediente tradicional &#8211; ou seja aquelas 8 horas (no mínimo) com seu chefe acompanhando todos os seus passos e relatórios no escritório – caminha para a extinção. No seu lugar, ganham força novas modalidades de trabalho e gestão, em que a autonomia é a regra de ouro.</p>
<p>A conclusão é da pesquisa mundial Future of Work (Futuro do Trabalho) realizada pela ADP com 2 mil funcionários de empresas com 250 ou mais empregados. Brasil e países como Estados Unidos, Canadá, México, Chile, Reino Unido, França, Alemanha, Holanda, Austrália, China, Índia e Cingapura estão representados no levantamento que indicou cinco pontos que vão guiar a maneira como se trabalha nos próximos anos. Confira as principais tendências que estão na pesquisa:</p>
<p>1. Liberdade</p>
<p>A liberdade de poder escolher como, onde e em que horário trabalhar dá o tom do futuro nas empresas. “A gente pode traduzir essa tendência como flexibilidade”, diz Mariane Guerra, VP de recursos humanos de ADP do Brasil. Entre os brasileiros, 77% querem ter controle e flexibilidade para trabalhar onde e do jeito que quiserem.</p>
<p>O ambiente de trabalho vai se adaptar às necessidades pessoais, segundo Mariane. “As novas tecnologias já permitem que as pessoas se conectem. Na prática isso já acontece”, diz ela.</p>
<p>2. Conhecimento</p>
<p>O estudo indica que 75% dos brasileiros entrevistados acham provável a adoção da tecnologia como o principal instrumento de aprendizado e registro de novos conhecimentos no meio corporativo. “As pessoas querem ter acesso ao aprendizado online e isso revoluciona a maneira como as empresas organizam seus treinamentos”, diz Mariane.</p>
<p>A sofisticação das ferramentas de EAD tem paulatinamente enfraquecido resistências e essa modalidade de estudo, ano a ano registra aumento no número de adeptos.<br />
Na ADP, já há exemplos desta mudança. No lugar de congressos só para convidados, eventos online democratizam o acesso à informação.</p>
<p>3. Autogestão</p>
<p>Mais uma tendência que aponta para o protagonismo do profissional no trabalho e para o avanço da tecnologia. “Ninguém mais vai pegar na mão do funcionário e controlar sua produtividade”, diz Mariane.</p>
<p>A administração do desempenho da equipe deixará de ser restrita aos gestores, o que deve redefinir a relação de trabalho entre superiores e subordinados, segundo a pesquisa. “O mundo caminha para que as estruturas sejam menos hierarquizadas e mais colaborativas”, diz Mariane.</p>
<p>Autogestão não significa que não haverá mecanismo de controle de desempenho. A tendência é que feedback e reconhecimento ganhem dinamismo e sejam feitos em tempo real.</p>
<p>Vale destacar que o Brasil é um dos países mais resistentes à essa tendência. Por aqui, só 39% dos entrevistados acreditam que as empresas do país irão investir em sistemas de autogestão nos próximos anos.</p>
<p>4. Estabilidade</p>
<p>É a tendência que mais surpreendeu a VP de recursos humanos da ADP porque trata-se de um novo conceito de estabilidade.<br />
Menos ligada ao emprego e mais relacionada ao potencial de empregabilidade, a pesquisa mostra a transferência da gestão de carreira das empresas para os profissionais, que passam a trabalhar sob demanda e não por contratos de longo prazo.</p>
<p>“O foco é a administração da rede de contatos que é o que vai garantir a possibilidade de trabalho no futuro”, diz Mariane.</p>
<p>5. Significado</p>
<p>Em tempos de crise, quem procura emprego pode até pensar que significado é a última das prioridades quando se tem uma lista de contas a pagar. Talvez por isso, os brasileiros sejam os mais desconfiados do valor do propósito no trabalho: só 34% consideram este um aspecto fundamental.</p>
<p>Mas, assim que a situação econômica melhorar, é fato que o salário vai perder força na hora de segurar um profissional a um emprego que não faça sentido ou que não esteja conectado às aspirações pessoais do profissional. Segundo Mariane, vale aqui uma máxima: “a guerra de talentos acabou. E os talentos venceram. ”</p>
<p><strong>Fonte: Exame.com http://exame.abril.com.br/, texto de Camila Pati.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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