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	<title>trabalho &#8211; People TI</title>
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	<description>Soluções em Gestão de Pessoas e Carreiras</description>
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		<title>Como atrair e reter a geração Z?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Oct 2019 17:30:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Para atrair e reter esses novos profissionais, as empresas precisam buscar formas de motivá-los o tempo todo Texto publicado em https://www.mundorh.com.br/como-atrair-e-reter-a-geracao-z/ em 07 de outubro de 2019. Autora: Mylena Cuen. O&#160;mercado de trabalho&#160;está começando a receber uma nova geração de profissionais, a chamada&#160;geração Z, que são os nascidos entre 1995 e 2010. Os nativos digitais, [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading">Para atrair e reter esses novos profissionais, as empresas precisam buscar formas de motivá-los o tempo todo</h4>



<p>Texto publicado em  <a href="https://www.mundorh.com.br/como-atrair-e-reter-a-geracao-z/">https://www.mundorh.com.br/como-atrair-e-reter-a-geracao-z/</a>  em 07 de outubro de 2019. Autora: Mylena Cuen. </p>



<p>O&nbsp;<a href="https://www.mundorh.com.br/importancia-dos-jovens-no-mercado-de-trabalho/">mercado de trabalho</a>&nbsp;está começando a receber uma nova geração de profissionais, a chamada&nbsp;<a href="https://www.mundorh.com.br//?s=gera%C3%A7%C3%A3o+z">geração Z</a>, que são os nascidos entre 1995 e 2010. Os nativos digitais, como são chamados, são reconhecidos pela facilidade com a tecnologia, a busca por propósito, crescimento acelerado e dinâmico.</p>



<p>Segundo o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, jovens entre 18 e 24 anos representam 15% da população maior de idade no país. E as empresas começam a se preparar para receber esses novos colaboradores, que se diferenciam pela alta capacidade inovadora e tecnológica, uma necessidade cada vez mais demandada pelas empresas que passam pela transformação digital.</p>



<p>Um estudo feito pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e SEBRAE, revela que 42% desses jovens buscam trabalhar com o que gostam. Para eles, o propósito é fundamental. Empresas que não tem um propósito bem definido, tendem a ser menos atrativas para esse público.</p>



<p>Eles precisam entender por que estão naquela companhia e, melhor ainda, saber se estão fazendo alguma diferença no mundo ou na vida de alguém. Para eles, é inaceitável ser apenas mais um. Querem fazer parte de algo maior, significativo. Inclusive, iniciativas sociais costumam agradar, já que eles gostam de vestir a camisa da empresa e lutar pelo que acreditam.</p>



<p>Além disso, o equilíbrio entre vida pessoal e profissional é fundamental, mesmo que não exista uma divisão clara. Bater cartão de ponto é algo que simplesmente não faz sentido. Eles gostam de ter autonomia e flexibilidade para arquitetar ideias e implantá-las. Empresas que oferecem benefícios como&nbsp;<em>home-office</em>&nbsp;se tornam mais desejadas. Um ambiente aberto, dinâmico, onde o relacionamento e a comunicação com outros colegas profissionais seja mais fácil, e não exista um lugar fixo para trabalhar, também proporciona espaços para que esses jovens falem tanto de aspectos pessoais quanto profissionais em um mesmo ambiente.</p>



<p>O salário é importante para 31% deles, de acordo com a pesquisa. Eles até querem uma boa remuneração, mas sem abrir mão do propósito, da autonomia e de um bom plano de carreira. A geração Z quer velocidade tanto na carreira quanto nas tomadas de decisões. Aprendem muito rápido e, na visão deles, em pouco tempo já estão preparados para uma nova posição dentro da companhia.</p>



<p>Como são imediatistas, se não conseguem o que querem, tendem a buscar outras oportunidades, numa postura tão dinâmica e desprendida que chega a chocar as gerações anteriores, acostumadas a passarem vários anos em uma mesma empresa, construindo uma carreira mais sólida.</p>



<p>Eles também não costumam gostar de hierarquias. Para esses jovens, diretores e presidentes são pessoas comuns e não devem ser tratadas de um jeito diferente. Da mesma forma, tem&nbsp;que tomar mais cuidado com os<em>&nbsp;feedbacks</em>&nbsp;negativos, pois dependendo da situação, podem interpretar de forma errada, desmotivando-os dentro das suas funções. A geração Z tende a achar que estão sempre certos. Os mais velhos é que não entendem suas formas de pensar porque já estão ficando para trás. Eles entendem ser inovadores, tecnológicos e pensam lá na frente.</p>



<p>Cabe destacar que esse é um ponto que merece muita atenção das empresas, visto que pela primeira vez na história, temos tantas gerações trabalhando simultaneamente. É imprescindível entender as características, necessidades e anseios de cada uma, buscando alcançar os objetivos comuns da empresa. É preciso haver respeito mútuo.</p>



<p>Para atrair e reter esses novos profissionais, as empresas precisam buscar formas de motivá-los o tempo todo. Eles gostam de receber estímulos, em especial aqueles que valorizam a diversidade e as causas sociais. Espaços abertos, com relações flexíveis, respeito e inclusão são os mais procurados por esses jovens que tem muito a contribuir nesses novos contextos de mundo e de mercado. Projetos inovadores dependem da ousadia e desprendimento da geração Z.</p>



<p><strong>Mylena Cuenca</strong>&nbsp;é administradora de empresas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e&nbsp;<em>headhunter</em>&nbsp;na Trend Recruitment, consultoria boutique de recrutamento e seleção para marketing e vendas.</p>
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		<title>5 tendências (sem volta) do trabalho no futuro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jul 2016 20:13:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Homem olha através de binóculo: no futuro, autogestão será realidade no trabalho O expediente tradicional &#8211; ou seja aquelas 8 horas (no mínimo) com seu chefe acompanhando todos os seus passos e relatórios no escritório – caminha para a extinção. No seu lugar, ganham força novas modalidades de trabalho e gestão, em que a autonomia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Homem olha através de binóculo: no futuro, autogestão será realidade no trabalho<br />
</strong></p>
<p>O expediente tradicional &#8211; ou seja aquelas 8 horas (no mínimo) com seu chefe acompanhando todos os seus passos e relatórios no escritório – caminha para a extinção. No seu lugar, ganham força novas modalidades de trabalho e gestão, em que a autonomia é a regra de ouro.</p>
<p>A conclusão é da pesquisa mundial Future of Work (Futuro do Trabalho) realizada pela ADP com 2 mil funcionários de empresas com 250 ou mais empregados. Brasil e países como Estados Unidos, Canadá, México, Chile, Reino Unido, França, Alemanha, Holanda, Austrália, China, Índia e Cingapura estão representados no levantamento que indicou cinco pontos que vão guiar a maneira como se trabalha nos próximos anos. Confira as principais tendências que estão na pesquisa:</p>
<p>1. Liberdade</p>
<p>A liberdade de poder escolher como, onde e em que horário trabalhar dá o tom do futuro nas empresas. “A gente pode traduzir essa tendência como flexibilidade”, diz Mariane Guerra, VP de recursos humanos de ADP do Brasil. Entre os brasileiros, 77% querem ter controle e flexibilidade para trabalhar onde e do jeito que quiserem.</p>
<p>O ambiente de trabalho vai se adaptar às necessidades pessoais, segundo Mariane. “As novas tecnologias já permitem que as pessoas se conectem. Na prática isso já acontece”, diz ela.</p>
<p>2. Conhecimento</p>
<p>O estudo indica que 75% dos brasileiros entrevistados acham provável a adoção da tecnologia como o principal instrumento de aprendizado e registro de novos conhecimentos no meio corporativo. “As pessoas querem ter acesso ao aprendizado online e isso revoluciona a maneira como as empresas organizam seus treinamentos”, diz Mariane.</p>
<p>A sofisticação das ferramentas de EAD tem paulatinamente enfraquecido resistências e essa modalidade de estudo, ano a ano registra aumento no número de adeptos.<br />
Na ADP, já há exemplos desta mudança. No lugar de congressos só para convidados, eventos online democratizam o acesso à informação.</p>
<p>3. Autogestão</p>
<p>Mais uma tendência que aponta para o protagonismo do profissional no trabalho e para o avanço da tecnologia. “Ninguém mais vai pegar na mão do funcionário e controlar sua produtividade”, diz Mariane.</p>
<p>A administração do desempenho da equipe deixará de ser restrita aos gestores, o que deve redefinir a relação de trabalho entre superiores e subordinados, segundo a pesquisa. “O mundo caminha para que as estruturas sejam menos hierarquizadas e mais colaborativas”, diz Mariane.</p>
<p>Autogestão não significa que não haverá mecanismo de controle de desempenho. A tendência é que feedback e reconhecimento ganhem dinamismo e sejam feitos em tempo real.</p>
<p>Vale destacar que o Brasil é um dos países mais resistentes à essa tendência. Por aqui, só 39% dos entrevistados acreditam que as empresas do país irão investir em sistemas de autogestão nos próximos anos.</p>
<p>4. Estabilidade</p>
<p>É a tendência que mais surpreendeu a VP de recursos humanos da ADP porque trata-se de um novo conceito de estabilidade.<br />
Menos ligada ao emprego e mais relacionada ao potencial de empregabilidade, a pesquisa mostra a transferência da gestão de carreira das empresas para os profissionais, que passam a trabalhar sob demanda e não por contratos de longo prazo.</p>
<p>“O foco é a administração da rede de contatos que é o que vai garantir a possibilidade de trabalho no futuro”, diz Mariane.</p>
<p>5. Significado</p>
<p>Em tempos de crise, quem procura emprego pode até pensar que significado é a última das prioridades quando se tem uma lista de contas a pagar. Talvez por isso, os brasileiros sejam os mais desconfiados do valor do propósito no trabalho: só 34% consideram este um aspecto fundamental.</p>
<p>Mas, assim que a situação econômica melhorar, é fato que o salário vai perder força na hora de segurar um profissional a um emprego que não faça sentido ou que não esteja conectado às aspirações pessoais do profissional. Segundo Mariane, vale aqui uma máxima: “a guerra de talentos acabou. E os talentos venceram. ”</p>
<p><strong>Fonte: Exame.com http://exame.abril.com.br/, texto de Camila Pati.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Carreira x maternidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 May 2016 03:00:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Consultor dá dicas para tomar a melhor decisão O dilema carreira x maternidade é um assunto que nunca se esgota. Muitas mulheres continuam perdendo o sono ao tentar definir se vale mais a pena trabalhar para proporcionar aos filhos uma vida com melhores condições ou abrir mão do trabalho para ter mais tempo com eles. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Consultor dá dicas para tomar a melhor decisão</p>
<p>O dilema carreira x maternidade é um assunto que nunca se esgota. Muitas mulheres continuam perdendo o sono ao tentar definir se vale mais a pena trabalhar para proporcionar aos filhos uma vida com melhores condições ou abrir mão do trabalho para ter mais tempo com eles.</p>
<p>Há aquelas que adiam a maternidade para que consigam se consolidar na carreira antes de engravidarem. Mas quando esperar não é uma alternativa, o ideal é ter em mente os esforços que serão necessários para continuar no trabalho após o fim da licença maternidade. “É preciso refletir sobre o assunto e se perguntar: Vou deixar meu filho na creche, com uma babá ou com algum familiar? Que tipos de compromissos não poderei aceitar (viagens, transferências, entre outros)? É fundamental que o parceiro esteja a par de tudo e ajude a administrar a situação”, explica o consultor de carreira Wallace Firmo.</p>
<p>Parar de trabalhar é aconselhável somente quando a mulher decide que quer se dedicar exclusivamente aos cuidados com o filho e a família tem condições financeiras para isso. Mas se depois dos filhos um pouco mais crescidos houver a opção de voltar ao mercado, elas entram em desvantagem. “Isso ocorre porque a distância do mercado de trabalho faz com que ela fique desatualizada. É essencial manter-se informada sobre a sociedade, com a leitura de revistas e jornais, ler livros sobre a sua área profissional e participar de palestras, congressos, cursos e especializações”, afirma.</p>
<p>Quem não tem essa opção e precisa trabalhar todos os dias, a dica é se programar para passar um tempo diário com a família, mantendo a proximidade com os filhos. Sempre que possível, realizem as refeições juntos e façam com que o tempo seja bem aproveitado. Brinque com as crianças, leia uma história, e tenha um tempo de lazer com os filhos antes de colocá-los para dormir.</p>
<p>O consultor de carreira diz que não é possível afirmar qual é a melhor opção, pois isso depende da realidade de cada família, da energia da mulher, dos seus desejos e do que ela considera mais importante para se sentir realizada: priorizar a carreira, os filhos, ou conciliar os dois. “É importante conversar com o parceiro para que ele possa dar o suporte necessário nesta fase, além de dividir as tarefas, inclusive os cuidados com os filhos. Uma boa alternativa, quando a empresa permite, é tentar reduzir o horário de trabalho para ter mais tempo com os filhos e acompanhar o desenvolvimento de perto, sem precisar abrir mão da carreira. O desenvolvimento de uma criança é surpreendente e cada fase que acontece não irá voltar, por isso a mulher deve analisar o que é mais importante”, orienta.</p>
<p>Fonte: Bolsa de Mulher/Comportamento</p>
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		<title>Estes itens ajudam a medir a sua satisfação profissional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Apr 2016 20:41:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[ambiente de trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Exame.abril.com &#8211; Carreira 06/04/16 15:00 Checklist: avalie alguns fatores que têm impacto direto na satisfação profissional Você está satisfeito no seu ambiente de trabalho? Responder sim ou não impulsivamente, sem fazer uma reflexão mais demorada, pode indicar muito mais o seu humor no dia do que o real nível de felicidade profissional. Uma conclusão mais consistente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Exame.abril.com &#8211; Carreira 06/04/16 15:00</p>
<div class="content-header-info"><strong>Checklist: avalie alguns fatores que têm impacto direto na satisfação profissional</strong></div>
<p>Você está satisfeito no seu ambiente de trabalho? Responder sim ou não impulsivamente, sem fazer uma reflexão mais demorada, pode indicar muito mais o seu humor no dia do que o real nível de felicidade profissional.</p>
<p>Uma conclusão mais consistente passa obrigatoriamente pela análise de uma série de itens e muitos deles estão diretamente relacionados também ao espaço físico de trabalho.</p>
<p>Uma pesquisa recente encomendada à Ipsos pela Steelcase, empresa de móveis corporativos, com 810 profissionais no Brasil trouxe uma série de questionamentos ligados a engajamento e qualidade de vida a profissionais dos setores público privado e de todos os níveis hierárquicos e comparou dos dados com respostas de mais 12 mil pessoas em 17 países: França, Alemanha, Bélgica, Holanda, Espanha, Reino Unido, Polônia, Rússia, Turquia, Estados Unidos, Índia, China, México, Canadá, Emirados Árabes, Arábia Saudita e África do Sul.</p>
<p>“Muito mais do que buscar uma resposta simples sobre a satisfação e o engajamento, a pesquisa traz uma série de perguntas que saem do simples questionamento se a pessoa se sente bem ou não no ambiente de trabalho”, diz Flávio Batel, country manager da Steelcase no Brasil.</p>
<p>Ele explica que a satisfação profissional depende até mais do ambiente de trabalho do que da execução da atividade propriamente dita. Os cases de sucesso, as empresas que conseguiram criar ambientes de trabalho motivadores, ocorrem pelas mãos dos líderes das empresas.</p>
<p>A iniciativa, diz, é ligada à estratégia da empresa e muitos diretores e presidentes já perceberam o impacto do ambiente na produtividade e motivação dos profissionais. “Os executivos brasileiros estão mais atentos às questões que envolvem os ambientes de trabalho”, diz Batel.</p>
<p>Confira alguns dos questionamentos da entrevista que podem ajudá-lo a refletir sobre sua própria satisfação profissional:</p>
<p><strong><br />
I- Seu ambiente de trabalho permite:</strong></p>
<p><strong>1</strong>. Socializar e ter conversas informais com colegas: 80% dos brasileiros entrevistados podem fazer isso e 75% dos profissionais de outros países também.</p>
<p><strong>2.</strong> Movimentar-se durante o dia: 77% dos entrevistados no Brasil podem se movimentar ao longo do expediente pela empresa. Entre os 17 países o índice também foi de 77%.</p>
<p><strong>3.</strong> Mover-se fisicamente de lugar e mudar de postura: 77% dos brasileiros disseram que é possível e 75% dos entrevistados em 17 países também.</p>
<p><strong>4.</strong> Acomodar visitantes em locais apropriados: 72% disseram que existem acomodações apropriadas para receber visitantes em seus locais de trabalho. Índice maior do que o percentual entre os 17 países que foi de 66%.</p>
<p><strong>5.</strong> Concentrar-se facilmente. Setenta por cento dos brasileiros disseram que conseguem manter o foco em seus locais de trabalho. Entre os profissionais de 17 países, o índice foi um pouco menor, de 66%.</p>
<p><strong>6.</strong> Ter acesso a informações da empresa em tempo real: a pesquisa mostra que 69% dos entrevistados brasileiros participantes têm esta possibilidade. Entre os 17 países o percentual é ligeiramente inferior, 69%.</p>
<p><strong>7.</strong> Expressar-se e compartilhar ideias. Entre os brasileiros, 69% encontram espaço no trabalho para dividir insights com colegas. O índice medido no grupo dos profissionais dos 17 países foi de 66%.</p>
<p><strong>8.</strong> Sentimento de pertencimento à organização e à sua cultura. Sessenta e nove por cento dos brasileiros entrevistados têm esta sensação e 66% dos profissionais de outros países.</p>
<p><strong>9.</strong> Trabalhar em equipe sem interrupção. São 61% dos entrevistados brasileiros que disseram que conseguem desenvolver atividades em grupo em ambiente sem distração. O índice foi de 58% entre os profissionais dos 17 países participantes da pesquisa.</p>
<p><strong>10.</strong> Compartilhar resultados e dados gerais de projetos. O levantamento mostra que 58% dos brasileiros têm esta possibilidade. Entre os não-brasileiros, o índice é de 61%</p>
<p><strong>11.</strong> Ficar calmo e relaxado. Não-brasileiros foram um pouco mais numerosos (59%) entre os que afirmaram que seus ambientes de trabalho permitem isso do que os brasileiros (58%).</p>
<p><strong>12.</strong> Acomodar funcionários que geralmente trabalham remotamente. Novamente brasileiros ficam atrás dos profissionais estrangeiros: 56% contra 55%.</p>
<p><strong>13.</strong> Escolher onde trabalhar dentro do escritório. Estrangeiros (51%) têm ligeiramente mais liberdade de escolha do que os brasileiros segundo a pesquisa (47%)</p>
<p><strong>II -Como você se sente em relação ao trabalho</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Conectado com seus colegas. Quase 80% dos brasileiros compartilham este sentimento de conexão com seus pares no trabalho. No mundo, o índice foi de 76%.</p>
<p><strong>2.</strong> Orgulhoso da empresa em que trabalha. Se no mundo, 69% dos entrevistados sentem orgulho de seus empregadores, no Brasil o índice sobre para 75%.</p>
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<p><strong>3.</strong> Em geral, vai trabalhar feliz. Brasileiros se mostraram um pouco mais alegres: 73% afirmaram que vão, sim, feliz para o trabalho, em geral. Entre os estrangeiros, o percentual foi de 71%.</p>
<p><strong>4.</strong> Valoriza a cultura da empresa. De acordo com a pesquisa, 72% dos brasileiros valorizam a cultura de seus empregadores e 63% dos profissionais estrangeiros também.</p>
<p><strong>5.</strong> Recomendaria a empresa a algum amigo? Setenta por cento dos brasileiros e 63% dos profissionais entrevistados em 17 países responderam sim a esta pergunta da pesquisa.</p>
<p><strong>6.</strong> Concorda com a estratégia e com as diretrizes da empresa. O índice de entrevistados que endossam os planos e táticas adotados por suas empresas foi de 63% entre brasileiros e estrangeiros.</p>
<p><strong>7.</strong> Está motivado para trabalhar. No quesito motivação, os brasileiros perdem para os estrangeiros: 62% afirmaram estar motivados no Brasil contra 68%, nos outros 17 países em que a pesquisa foi feita.</p>
<p><strong>8.</strong> É otimista sobre o futuro de carreira na empresa. Brasileiros são ligeiramente mais positivos do que os estrangeiros em relação ao que está por vir na carreira dentro da empresa. Sessenta e dois por cento disseram ser otimistas contra 60% dos estrangeiros.</p>
<p><strong>III- Como avalia o seu empregador:</strong></p>
<p><strong>1.</strong> A empresa encoraja o trabalho colaborativo e em equipe. Entre os estrangeiros o índice de entrevistados que concorda com esta afirmação foi de 68%, maior do que o percentual de brasileiros, de 64%.</p>
<p><strong>2.</strong> A empresa consegue tirar o seu melhor. Percentuais parecidos na comparação entre brasileiros e estrangeiros: 62% concordaram por aqui, e 63% nos 17 países da pesquisa.</p>
<p><strong>3.</strong> A empresa dá importância para a saúde dos seus funcionários. Empresas foram melhor avaliadas neste ponto nos 17 países do que no Brasil:62% contra 58%</p>
<p><strong>4.</strong> A empresa encoraja a iniciativa. Mesmo resultado do item 3: 58%% dos brasileiros concordaram com a afirmação e 62% dos estrangeiros também.</p>
<p><strong>5.</strong> A empresa reconhece e valoriza os funcionários. Mais uma vez o percentual maior de pessoas que concordam com a afirmação surge entre os estrangeiros: 56% contra 54% dos profissionais em território nacional.</p>
<p><strong>Qual a nota para a qualidade de vida no seu trabalho?<br />
</strong></p>
<p>Em uma escala de 0 a 10, qual o seu índice de qualidade de vida, tendo em vista a análise desta série de tópicos? Se a sua nota é entre 6 e 7, você está junto com a média no Brasil e no mundo. Entre os brasileiros, a nota média de satisfação foi de 6,8 e a média entre os 17 países pesquisados de 6,6.</p>
<p>Quarenta por cento dos entrevistados deram notas entre 8 e 10, assumindo que estão muito satisfeitos. Entre diretores e gerentes sênior, 53% classificaram a satisfação entre 8 e 10.</p>
<p>Em relação a porte da empresa, nas maiores a satisfação é menor, o índice é de apenas 33%. Já em empresas menores (entre 500 e mil funcionários), 48% estão bem satisfeitos.</p>
<p>Na opinião de Flávio Batel, country manager da Steelcase no Brasil, acomodar e proporcionar qualidade de vida em ambientes de trabalho com milhares de funcionários é um desafio e os números mostram o tamanho do problema.</p>
<p>“Para acomodar milhares de profissionais, geralmente o modelo de ambiente acaba sendo mais do mesmo, com poucas opções para trabalhar de maneira diferente”, diz. Ambientes com pouca maleabilidade, segundo ele, tem impacto direto na motivação e percepção de qualidade de vida dos funcionários.</p>
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